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Servidores do MPA recebem treinamento para uso de novo aplicativo para realização de vistoria de embarcação

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Nos dias 26 e 27 de março, professores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) estiveram no Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) para ministrar um treinamento voltado a servidores da Secretaria de Registro e Monitoramento da Pesca (SERMOP). O objetivo era capacitá-los no uso do novo aplicativo que está sendo desenvolvido em parceria com a Universidade para agilizar o processo de regularização da embarcação. 

 O aplicativo está sendo projetado para otimizar as vistorias de embarcações, muitas vezes realizadas em locais remotos por todo o Brasil. Uma de suas principais funcionalidades é a operação offline, permitindo que os vistoriadores públicos realizem o trabalho mesmo sem conexão com a internet e façam o upload dos dados após retornarem das atividades em campo.  

 Para garantir a eficácia da ferramenta, os professores da UFSM realizaram uma escuta técnica com engenheiros de pesca e oceanógrafos, identificando as funções essenciais para a rotina de vistorias. Além disso, foram abordadas questões de segurança de dados, prevenção contra golpes e aprimoramento da eficiência no registro das informações. 

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 O professor Alencar Machado, que participa do desenvolvimento do aplicativo, destacou os principais desafios do projeto. Segundo ele, o primeiro obstáculo é o curto prazo para entrega da ferramenta. Outro desafio mencionado é a alta especificidade técnica do projeto, que exige um profundo entendimento das particularidades do setor de pesca e do processo de registro de embarcação. 

 O professor é otimista quanto ao impacto do novo sistema. “A gente espera que existam processos com informações mais qualificadas. A nossa esperança é que a análise da documentação possa ser mais rápida, e que a gente tenha menos erros no processo. O pontapé inicial desse processo, que é a vistoria, vem mais padronizada e com mais qualidade”, reforçou. 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Brasil registra alta de 7,1% nas exportações no 1º trimestre e agronegócio lidera resultado histórico

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O Brasil iniciou 2026 com forte desempenho no comércio exterior. No primeiro trimestre, as exportações somaram US$ 82,3 bilhões, alta de 7,1% em relação ao mesmo período de 2025. As importações totalizaram US$ 68,2 bilhões, resultando em um superávit de US$ 14,2 bilhões, o terceiro maior da série histórica para o período, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC).

Em março, o ritmo foi ainda mais intenso. As exportações cresceram 10% na comparação anual, alcançando US$ 31,6 bilhões, enquanto as importações avançaram 20,1%, chegando a US$ 25,2 bilhões. A corrente de comércio atingiu US$ 56,8 bilhões, com expansão de 14,3%.

Agronegócio lidera exportações e alcança maior resultado da história

O principal destaque do trimestre foi o agronegócio, que registrou US$ 38,1 bilhões em exportações, o maior valor já apurado para os meses de janeiro a março.

A soja em grãos liderou os embarques, com 23,47 milhões de toneladas, volume 5,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

A China manteve a liderança como principal destino dos produtos do agro brasileiro, respondendo por quase 30% das exportações do setor, com US$ 11,3 bilhões.

Diversificação de mercados fortalece exportações brasileiras

Além da China, outros mercados ganharam relevância no período. As exportações para a Índia cresceram 47,1%, enquanto Filipinas registraram alta de 68,3% e o México avançou 21,7%.

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A ampliação dos destinos comerciais é vista como um fator positivo para a resiliência da pauta exportadora brasileira, especialmente diante das incertezas no cenário global.

Indústria extrativa e de transformação também contribuem para o crescimento

A indústria extrativa, que inclui petróleo e minérios, apresentou crescimento de 22,6% no trimestre, sendo um dos principais motores da expansão das exportações em termos nominais.

Já a indústria de transformação registrou avanço de 2,8%, contribuindo de forma complementar para o resultado geral do comércio exterior.

Exportações para os Estados Unidos caem com impacto de tarifas

Em contraste com o desempenho geral positivo, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 18,7% no primeiro trimestre, totalizando US$ 7,78 bilhões. A corrente de comércio bilateral também caiu 14,8%.

O resultado reflete os impactos de sobretaxas impostas ao longo de 2025. Apesar de uma decisão da Suprema Corte dos EUA, em fevereiro, ter invalidado parte das tarifas mais elevadas, os efeitos sobre o fluxo comercial ainda persistem.

Uma nova ordem executiva publicada em fevereiro de 2026 isentou cerca de 46% das exportações brasileiras dessas sobretaxas. No entanto, aproximadamente 29% ainda permanecem sujeitas às tarifas da Seção 232, que incidem sobre produtos como aço e alumínio.

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Projeção indica novo recorde nas exportações brasileiras em 2026

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) projeta que o Brasil encerre 2026 com exportações de US$ 364,2 bilhões, o que representaria um novo recorde e crescimento de 4,6% em relação a 2025.

As importações devem atingir US$ 292,1 bilhões, com alta de 4,2%, resultando em um superávit estimado de US$ 72,1 bilhões no ano.

Cenário global exige estratégia e gestão de riscos no comércio exterior

Apesar dos números positivos, o cenário internacional segue desafiador. Fatores como volatilidade cambial, incertezas nas cadeias globais de suprimento e os impactos ainda presentes das tarifas americanas exigem atenção das empresas.

Segundo especialistas, a gestão eficiente do câmbio e dos riscos associados ao comércio internacional passa a ser um diferencial estratégico.

“Para as empresas que operam no comércio exterior, a questão não é mais se haverá volatilidade, mas como se preparar para ela”, avalia Murilo Freymuller, Head Comercial Corporate do banco Moneycorp.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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