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Mapa entrega 36 equipamentos a prefeituras de São Paulo

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Nesta segunda-feira (12), 36 prefeituras paulistas receberam escavadeiras e retroescavadeiras para a manutenção e a recuperação de estradas rurais. Máquinas novas foram entregues pela manhã, na cidade de Valinhos (SP), instituindo o Programa de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no estado.

O programa do Mapa tem como finalidade modernizar o setor agropecuário, aumentar a produtividade rural, promover o desenvolvimento regional e reduzir as desigualdades regionais. A entrega foi conduzida pelo secretário nacional de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Campos, e pelo superintendente de Agricultura e Pecuária no estado de São Paulo, Estanislau Steck.

O prefeito de Valinhos, Franklin Duarte de Lima, que acolheu as outras 35 prefeituras na solenidade, discursou e agradeceu em nome dos prefeitos. O ex-deputado federal Walter Ihoshi também se manifestou, agradecendo a iniciativa, especialmente em nome dos municípios da região oeste do estado.

No total, foram entregues cinco escavadeiras e 31 retroescavadeiras. “Esses equipamentos foram comprados na modalidade de ata de preços, o que tornou o custo mais competitivo”, disse Guilherme. Ele destacou que o ministro Carlos Fávaro deseja que todos os municípios recebam máquinas como essas e sugeriu que os prefeitos busquem apoio de seus deputados federais e senadores para agilizar os pedidos.

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Estanislau falou da relevância do agro no estado, destacando a necessidade de investir em tecnologia. “Essas máquinas podem ser usadas em estradas rurais. Os prefeitos precisam desse tipo de apoio”, afirmou.

As prefeituras contempladas foram Águas da Prata, Águas de Lindóia, Aramina, Araras, Bom Jesus dos Perdões, Brotas, Buritizal, Cajamar, Cajuru, Conchal, Cristais Paulista, Espírito Santo do Pinhal, Holambra, Ipeúna, Itapira, Itapuí, Itatiba, Itirapuã, Jarinu, Jeriquara, Itupeva, Mococa, Monte Alegre do Sul, Morungaba, Palmital, Paraguaçu Paulista, Pedregulho, Penápolis, Quintana, Rio Claro, Santo Antônio da Alegria, Santo Antônio do Jardim, Socorro, Torrinha, Valinhos e Vinhedo.

Informações à imprensa
[email protected] 

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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