AGRONEGOCIOS
Consórcio Nacional Agritech se destaca como alternativa ao crédito bancário e já representa 25% das vendas de máquinas agrícolas
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O crescimento do agronegócio brasileiro tem sido impulsionado por inovações tecnológicas e pela crescente demanda global por alimentos. Para acompanhar essa evolução, os produtores precisam investir continuamente em equipamentos. Nesse cenário, o Consórcio Nacional Agritech vem se consolidando como uma alternativa eficiente ao financiamento tradicional, oferecendo condições mais acessíveis e sem as taxas elevadas dos bancos.
Crescimento expressivo no setor de consórcios em 2025
Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que, apenas no primeiro bimestre de 2025, o volume de crédito liberado para consórcios de veículos pesados — como tratores, caminhões e retroescavadeiras — cresceu 39,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Esse aumento acontece em um momento de expectativa de crescimento de 5% no PIB do agronegócio, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e de manutenção da taxa Selic em níveis elevados, por volta de 15%, conforme projeções do Itaú Unibanco. Com o encarecimento do crédito rural tradicional, os consórcios ganham cada vez mais espaço, principalmente entre pequenos e médios produtores.
Consórcio representa 25% do mercado de máquinas agrícolas
Segundo a ABAC, o agronegócio já é responsável por cerca de 20% do total movimentado em consórcios no Brasil, que superam R$ 50 bilhões por ano. No segmento específico de máquinas e equipamentos agrícolas, os consórcios já respondem por 25% do mercado.
Para o gerente de Vendas e Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, esse avanço demonstra a confiança dos produtores na modalidade, que permite a compra de equipamentos sem as taxas de juros típicas do crédito bancário.
“Um número crescente de agricultores opta pelo Consórcio Nacional Agritech como alternativa de financiamento mais previsível e com menores taxas”, afirma Oliveira.
Planejamento financeiro e previsibilidade impulsionam adesão
Oliveira destaca ainda que, ao preparar uma nova safra, os produtores precisam focar em insumos, logística e equipamentos — e o consórcio facilita esse planejamento. A previsibilidade das parcelas e a possibilidade de adquirir bens de alto valor agregado com menores custos tornam o modelo ainda mais atrativo.
“O cenário de crescimento do agronegócio reforça o papel estratégico do consórcio como ferramenta essencial, especialmente para pequenos e médios produtores”, reforça.
Agritech oferece condições diferenciadas para facilitar o acesso às máquinas
Com o aumento da demanda por maquinário e transporte eficientes, a Agritech — pioneira na fabricação de tratores, microtratores e implementos agrícolas voltados para pequenos e médios agricultores — tem reforçado sua oferta por meio do Consórcio Nacional Agritech.
De acordo com Oliveira, a escolha pelo consórcio se dá pela menor burocracia e custo reduzido quando comparado ao financiamento bancário. “O modelo da Agritech não cobra taxa de inscrição nem fundo de reserva, possui taxas abaixo do mercado e entrega garantida pela fábrica”, explica. Os pagamentos são flexíveis e podem ser mensais, trimestrais, semestrais ou anuais, com prazos que chegam a 100 meses.
Atendimento humanizado e foco no agricultor familiar
Outro diferencial do Consórcio Nacional Agritech está na relação próxima com o produtor rural. Segundo Oliveira, os vendedores da empresa passam por treinamentos específicos para compreender melhor as necessidades dos agricultores, garantindo um atendimento mais humano e alinhado com a realidade do campo.
“Com isso, conseguimos oferecer uma experiência mais eficiente e personalizada, que atende verdadeiramente ao que o produtor precisa”, finaliza.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos
Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.
Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.
No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.
Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.
O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.
No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.
Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.
Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.
Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.
A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.
O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.
Fonte: Pensar Agro
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