MATO GROSSO
Inteligência artificial e telessaúde marcam abertura do 1º Fórum de Saúde Digital do estado
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As perspectivas da telessaúde no futuro dos cuidados com a saúde e o uso da inteligência artificial para diagnósticos preditivos serão os destaques da manhã de abertura do 1º Fórum de Saúde Digital do estado, no próximo dia 30. O evento, promovido pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), segue até o dia 1º de julho e reúne representantes de órgãos de controle, instituições públicas e especialistas da área. Clique aqui para se inscrever.
Com o tema “Desafios e oportunidades na saúde pública”, o encontro será realizado no auditório da Escola Superior de Contas e é voltado a gestores, técnicos das áreas de saúde e tecnologia, membros dos tribunais de contas e representantes de instituições públicas envolvidas na formulação e execução das políticas de saúde.
A palestra magna será conduzida pela secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, que apresentará um panorama das políticas públicas voltadas à transformação digital no setor. Na sequência, o professor-doutor da USP e referência nacional em telemedicina, Chao Lung Wen, aborda o potencial da inteligência artificial para diagnósticos preditivos.
Organizado pela Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social (Copspas) do TCE-MT, o Fórum conta ainda com mesas redondas, painéis temáticos e debates sobre os desafios e oportunidades da digitalização da saúde pública no Brasil.
“O Fórum de Saúde Digital representa um marco importante para o fortalecimento das políticas públicas de saúde em Mato Grosso. Ao reunir especialistas, gestores e órgãos de controle, buscamos ampliar o debate e construir soluções que integrem tecnologia, inteligência artificial e telessaúde à gestão pública. Nosso objetivo é contribuir para uma saúde mais eficiente, acessível e baseada em evidências, sempre com foco na melhoria do atendimento à população”, declarou o presidente da Comissão, conselheiro Guilherme Antonio Maluf.
Na ocasião, também será assinado um Acordo de Cooperação Técnica entre o TCE-MT, o Tribunal de Contas da União (TCU), o Instituto Rui Barbosa (IRB) e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). O objetivo da parceria é institucionalizar ações conjuntas voltadas à fiscalização, auditoria e formulação de políticas públicas baseadas em evidências na área da saúde digital.
Serão abordadas ainda questões como o controle da política pública na era digital, a transformação digital em Mato Grosso e a atuação do TCU no acompanhamento da saúde digital no país. O Fórum trará também experiências exitosas em telediagnóstico de eletrocardiograma (ECG), soluções tecnológicas aplicadas ao SUS e projetos voltados à saúde mental. Os relatos serão feitos por profissionais da área e gestores públicos que atuam diretamente na implantação dessas ferramentas.
Clique aqui e confira mais informações sobre o Fórum.
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Fonte: TCE MT – MT
MATO GROSSO
Política de educação artística da Seduc se consolida na Rede Estadual e transforma rotina de alunos em MT
Mais de 53% das 630 escolas da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso já desenvolvem ações do Projeto Educarte, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O avanço se reflete no tamanho da rede atendida. Em 2025, eram 200 unidades. Agora, são 335 escolas com atividades em andamento. A meta é alcançar 400 unidades ainda em 2026.
O crescimento dá dimensão a uma política adotada pela Seduc: manter investimento contínuo em um projeto que amplia o tempo, o repertório e a presença do estudante na escola.
Desde 2019, o Educarte vem abrindo espaço para oficinas e práticas no contraturno escolar, levando os alunos para além da rotina da sala de aula tradicional, com experiências ligadas à arte, à música, ao teatro, à dança, às artes visuais, à comunicação, às bandas e às fanfarras.
Na escola, esse movimento ganha forma, por exemplo, em um ensaio de fanfarra no fim da tarde, em uma roda de teatro montada depois da última aula, em um estudante que volta no contraturno para pintar, cantar, dançar ou aprender a falar em público. É nesse espaço, fora da grade comum, que o projeto foi se firmando como parte da política educacional da rede.
Oferecido como disciplina optativa, o Educarte organiza ações artístico-pedagógicas nas próprias unidades escolares. A proposta é interdisciplinar, mas o efeito evidencia-se no cotidiano: mais tempo de vínculo com a escola, mais circulação de linguagens, mais oportunidades para que o estudante descubra habilidades, encontre um lugar e siga aprendendo.
Um dos exemplos mais visíveis desse alcance foi o Festival Educarte – Conectando Talentos, realizado em 2024 e 2025. Na edição do ano passado, 56 projetos estudantis foram selecionados em cinco eixos — Música, Fanfarra, Dança, Teatro e Artes Visuais —, com premiação total de R$ 30 mil.
O festival ajudou a dar visibilidade ao que já vinha sendo construído nas escolas e mostrou que o projeto não se resume à atividade complementar: passou a ocupar espaço na vida escolar e na agenda da educação pública estadual.
Segundo a secretária de Estado de Educação, Flavia Emanuelle, a expansão do Educarte acompanha uma linha de trabalho que a Seduc vem sustentando desde a implantação da iniciativa, e os resultados têm sido percebidos ao longo da trajetória dos estudantes na Educação Básica.
“Temos verificado que os estudantes matriculados no Educarte têm apresentado bons resultados ao longo da trajetória na Educação Básica desde a implantação do projeto”, diz.
Para a secretária, o alcance do programa não está apenas na participação dos alunos nas oficinas, mas também no reflexo que esse percurso pode produzir na própria aprendizagem.
“Quando a escola oferece ao estudante outras possibilidades de aprendizado, ele apresenta melhor desempenho em sala de aula. O Educarte respeita a fase e a modalidade em que cada aluno está inserido, mas trabalha para que esse desenvolvimento seja concreto na proficiência e na trajetória escolar”, completa.
Flavia Emanuelle reforça que, ao ampliar o número de escolas atendidas, a Seduc reforça o Educarte como uma política que ganhou corpo na rede. “O projeto cresceu porque houve a decisão de mantê-lo vivo, ampliar o alcance e transformar o contraturno em tempo de formação. Hoje, esse investimento já chega a mais da metade das escolas estaduais de Mato Grosso”, pontua.
Fonte: Governo MT – MT
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