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Comissão aprova compartilhamento de torres de telecomunicação em áreas urbanas populosas

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A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga as empresas de telecomunicação a compartilhar as torres em áreas urbanas densamente povoadas. O texto muda a Lei Geral das Antenas, que hoje prevê esse compartilhamento, mas sem exigir a medida em zonas urbanas populosas.

A proposta aprovada delega à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a competência para definir:

  • as áreas urbanas densamente povoadas;
  • as condições para as teles compartilharem as torres (como prazos e custos); e
  • as sanções aplicáveis às empresas que não seguirem as regras de uso conjunto.

Os parlamentares aprovaram o substitutivo do relator, deputado Albuquerque (Republicanos-RR), ao Projeto de Lei 4882/24, do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM). O novo texto mantém o conteúdo original, com ajustes de redação.

O relator afirmou que o compartilhamento obrigatório traz inúmeros benefícios, como racionalizar os investimentos das teles e reduzir a poluição visual nas cidades. “A proposta tem o mérito de acelerar a expansão da cobertura, facilitando e agilizando a instalação de equipamentos”, completou Albuquerque.

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Próximos passos
O projeto ainda vai ser analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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