CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Floradas favorecem avanço da safra de mel e mantêm boa produtividade no Rio Grande do Sul

Publicados

AGRONEGOCIOS

Condições favoráveis impulsionam a produção de mel no RS

O mais recente Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado mostra que a safra de mel segue em ritmo positivo no Rio Grande do Sul, impulsionada pelas boas floradas de soja, nabo, eucalipto, inhapindá e outras espécies. As condições atuais têm favorecido a movimentação nas colmeias e garantido boas perspectivas para os apicultores.

Segundo o boletim, a intensa atividade das abelhas é um indicativo de que a temporada deve manter resultados satisfatórios. A produtividade está considerada boa na maior parte das regiões, refletindo o equilíbrio entre clima, floradas e manejo adequado.

Regiões com floradas reduzidas exigem atenção

Apesar do cenário otimista, a Emater/RS-Ascar relatou casos pontuais de redução nas floradas em determinadas áreas do estado. Essa variação pode impactar parte da produção e requer monitoramento constante para avaliar eventuais reflexos na produtividade das colmeias.

O órgão técnico recomenda acompanhamento contínuo por parte dos apicultores, garantindo a adoção de medidas preventivas e ajustes de manejo quando necessário.

Manejo focado no fortalecimento das colmeias

O informativo também detalha que os apicultores estão concentrando esforços no fortalecimento das colmeias, estimulando a postura da rainha e o controle da enxameação. As ações incluem manutenção das caixas, ajustes no espaço interno, divisão de enxames, revisões periódicas e organização da colheita.

Leia Também:  Entrada de fertilizantes pelo Arco Norte quase dobra em quatro anos e reforça papel estratégico na logística agrícola brasileira

Essas práticas contribuem para manter colmeias equilibradas e produtivas, reduzindo perdas e otimizando o aproveitamento das floradas disponíveis, além de garantir a qualidade do mel produzido no estado.

Perspectivas positivas para a safra

Com o clima favorável e floradas abundantes em grande parte do território gaúcho, a safra de mel 2026 tende a manter resultados consistentes, segundo a Emater/RS-Ascar. O bom desempenho reforça a importância do setor apícola na economia rural do Rio Grande do Sul, que segue se destacando pela qualidade e volume da produção.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Brasil registra alta de 7,1% nas exportações no 1º trimestre e agronegócio lidera resultado histórico

Publicados

em

O Brasil iniciou 2026 com forte desempenho no comércio exterior. No primeiro trimestre, as exportações somaram US$ 82,3 bilhões, alta de 7,1% em relação ao mesmo período de 2025. As importações totalizaram US$ 68,2 bilhões, resultando em um superávit de US$ 14,2 bilhões, o terceiro maior da série histórica para o período, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC).

Em março, o ritmo foi ainda mais intenso. As exportações cresceram 10% na comparação anual, alcançando US$ 31,6 bilhões, enquanto as importações avançaram 20,1%, chegando a US$ 25,2 bilhões. A corrente de comércio atingiu US$ 56,8 bilhões, com expansão de 14,3%.

Agronegócio lidera exportações e alcança maior resultado da história

O principal destaque do trimestre foi o agronegócio, que registrou US$ 38,1 bilhões em exportações, o maior valor já apurado para os meses de janeiro a março.

A soja em grãos liderou os embarques, com 23,47 milhões de toneladas, volume 5,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

A China manteve a liderança como principal destino dos produtos do agro brasileiro, respondendo por quase 30% das exportações do setor, com US$ 11,3 bilhões.

Diversificação de mercados fortalece exportações brasileiras

Além da China, outros mercados ganharam relevância no período. As exportações para a Índia cresceram 47,1%, enquanto Filipinas registraram alta de 68,3% e o México avançou 21,7%.

Leia Também:  Entrada de fertilizantes pelo Arco Norte quase dobra em quatro anos e reforça papel estratégico na logística agrícola brasileira

A ampliação dos destinos comerciais é vista como um fator positivo para a resiliência da pauta exportadora brasileira, especialmente diante das incertezas no cenário global.

Indústria extrativa e de transformação também contribuem para o crescimento

A indústria extrativa, que inclui petróleo e minérios, apresentou crescimento de 22,6% no trimestre, sendo um dos principais motores da expansão das exportações em termos nominais.

Já a indústria de transformação registrou avanço de 2,8%, contribuindo de forma complementar para o resultado geral do comércio exterior.

Exportações para os Estados Unidos caem com impacto de tarifas

Em contraste com o desempenho geral positivo, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 18,7% no primeiro trimestre, totalizando US$ 7,78 bilhões. A corrente de comércio bilateral também caiu 14,8%.

O resultado reflete os impactos de sobretaxas impostas ao longo de 2025. Apesar de uma decisão da Suprema Corte dos EUA, em fevereiro, ter invalidado parte das tarifas mais elevadas, os efeitos sobre o fluxo comercial ainda persistem.

Uma nova ordem executiva publicada em fevereiro de 2026 isentou cerca de 46% das exportações brasileiras dessas sobretaxas. No entanto, aproximadamente 29% ainda permanecem sujeitas às tarifas da Seção 232, que incidem sobre produtos como aço e alumínio.

Leia Também:  Valor da produção do agro sobe 18% e chega a R$ 30,1 bilhões em 2025
Projeção indica novo recorde nas exportações brasileiras em 2026

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) projeta que o Brasil encerre 2026 com exportações de US$ 364,2 bilhões, o que representaria um novo recorde e crescimento de 4,6% em relação a 2025.

As importações devem atingir US$ 292,1 bilhões, com alta de 4,2%, resultando em um superávit estimado de US$ 72,1 bilhões no ano.

Cenário global exige estratégia e gestão de riscos no comércio exterior

Apesar dos números positivos, o cenário internacional segue desafiador. Fatores como volatilidade cambial, incertezas nas cadeias globais de suprimento e os impactos ainda presentes das tarifas americanas exigem atenção das empresas.

Segundo especialistas, a gestão eficiente do câmbio e dos riscos associados ao comércio internacional passa a ser um diferencial estratégico.

“Para as empresas que operam no comércio exterior, a questão não é mais se haverá volatilidade, mas como se preparar para ela”, avalia Murilo Freymuller, Head Comercial Corporate do banco Moneycorp.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA