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Irrigação por gotejamento acessível impulsiona produtividade da agricultura familiar no Brasil

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Agricultura familiar adota tecnologias para aumentar produtividade

A agricultura familiar é uma das bases da produção agrícola brasileira e, cada vez mais, incorpora tecnologias que aumentam a produtividade e garantem estabilidade de renda no campo. Entre essas ferramentas, a irrigação por gotejamento vem se consolidando como solução eficiente para transformar pequenas áreas em sistemas produtivos mais competitivos.

Segundo Michele Silva, diretora de marketing da Netafim Brasil, líder mundial em irrigação por gotejamento:

“A irrigação por muito tempo foi associada apenas a grandes projetos agrícolas. Hoje temos tecnologias acessíveis e viáveis para atender pequenos produtores em áreas reduzidas.”

Soluções adaptadas a propriedades de 1 a 10 hectares

A Netafim atua em projetos que vão desde grandes agroindústrias até propriedades familiares, adaptando os sistemas de irrigação a diferentes realidades produtivas. Para a agricultura familiar, o foco é atender áreas entre 1 e 10 hectares, principalmente em culturas como café, cacau e hortifrúti, nas quais o ganho de produtividade é expressivo.

Entre as soluções destacadas estão:

  • KifNet: sistema simples de irrigação por gotejamento, operando por gravidade a partir de reservatório elevado, dispensando energia elétrica. Indicado para hortaliças e frutas, proporciona aplicação direta de água e nutrientes na raiz, com baixo investimento inicial.
  • IrrigaNet: desenvolvido para cafeicultores vinculados a cooperativas, com propriedades entre 1,5 e 3 hectares. O sistema é modular, totalmente customizável e utiliza o Flexnet, tubo flexível de alta resistência com saídas pré-fabricadas, permitindo rápida instalação, expansão e adaptação conforme as necessidades do produtor.
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Benefícios econômicos e sustentáveis da irrigação

Além do aumento da produtividade, a irrigação por gotejamento contribui para o uso mais eficiente da água e para a sustentabilidade das propriedades. Michele Silva afirma:

“Quando levamos tecnologia para o pequeno produtor, não estamos apenas aumentando produção. Estamos construindo um modelo de agricultura mais sustentável, tanto ambiental quanto economicamente.”

Democratização da irrigação transforma o campo brasileiro

O avanço da irrigação na agricultura familiar representa uma mudança significativa no setor agropecuário: permite que produtores de diferentes portes tenham acesso à tecnologia, produzam mais com eficiência e maior segurança, e fortalece a competitividade do pequeno produtor no mercado.

“Democratizar a irrigação é democratizar oportunidade. Significa dar aos produtores acesso à tecnologia, permitindo produzir mais com qualidade e sustentabilidade”, conclui Michele.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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MPA participa da Seafood Expo Global 2026 para ampliar mercados e fortalecer a imagem do pescado brasileiro

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participa, entre os dias 21 e 23 de abril, da Seafood Expo Global 2026, em Barcelona, na Espanha, considerada a principal feira mundial do setor de pescados e aquicultura. A missão oficial é chefiada pelo ministro Rivetla Edipo Araujo Cruz, acompanhado por representantes técnicos da pasta.

A presença brasileira no evento integra os esforços do Governo Federal para fortalecer a inserção internacional do pescado brasileiro, ampliar oportunidades comerciais e avançar no diálogo com autoridades e lideranças do setor pesqueiro europeu, com foco na retomada das exportações para a União Europeia.

Realizada anualmente, a Seafood Expo Global reúne autoridades governamentais, organismos internacionais, empresários, investidores e compradores de diversos países, consolidando-se como um dos principais espaços mundiais para a promoção de produtos da pesca e da aquicultura.

Durante a abertura do Pavilhão do Brasil, no dia 21 de abril, o ministro destacou o compromisso do Governo Federal com o fortalecimento da cadeia produtiva do pescado e com a competitividade internacional do setor.

“O Brasil tem trabalhado para consolidar sua posição como fornecedor de alimentos aquáticos de alta qualidade, produzidos com responsabilidade e sustentabilidade. Nossa participação nesta feira reafirma o compromisso do país com o desenvolvimento do setor e com a ampliação de novos mercados para o pescado brasileiro”, afirmou.

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O ministro também ressaltou a parceria entre o MPA, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o Consulado-Geral do Brasil em Barcelona, a Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (ABIPESCA) e o setor produtivo nacional para fortalecer a presença brasileira no mercado internacional.

Programação institucional

A agenda da missão inclui uma série de reuniões estratégicas com representantes de instituições e governos internacionais. Entre os compromissos previstos estão encontros com:

* representantes da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO);
* dirigentes da INFOPESCA, organismo regional voltado à comercialização de produtos pesqueiros;
* autoridades do governo da Espanha;
* representantes da Noruega;
* membros da Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico (ICCAT).

Além disso, o ministro participa do painel internacional “Scaling Sustainable Blue Foods: Policy, Technology, and Market Insights”, no qual apresentará a visão do Brasil sobre a importância dos alimentos aquáticos sustentáveis para a segurança alimentar global.

Promoção do pescado brasileiro

Ao longo da feira, a delegação brasileira também realizará visitas técnicas e encontros com empresários, importadores e representantes da indústria internacional, reforçando a imagem do Brasil como um país comprometido com:

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* a qualidade sanitária dos produtos;
* a rastreabilidade do pescado;
* a sustentabilidade da produção;
* e a geração de emprego e renda no setor aquícola e pesqueiro.

A participação do MPA na Seafood Expo Global 2026 reforça a estratégia do Governo Federal de ampliar a presença do pescado brasileiro no mercado externo e consolidar o país como referência internacional na produção sustentável de alimentos aquáticos.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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