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Brasil sediará etapa do Campeonato Mundial do Cavalo Árabe com premiação de quase R$ 2 milhões

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O Brasil será palco de uma das etapas do prestigiado Campeonato Mundial do Cavalo Árabe nos dias 13 e 14 de julho de 2025. O evento acontecerá no Helvetia Riding Center, em Indaiatuba (SP), e reunirá animais de criadores de diversos países, com uma premiação total de R$ 1.731.882,33.

Evento internacional no Brasil

A etapa brasileira faz parte do Circuito Américas do Global Champions Arabians Tour (GCAT) e será integrada à programação da Exposição Nacional do Cavalo Árabe, organizada pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Árabe (ABCCA). O campeonato mundial compreende 14 etapas distribuídas pela Europa, Américas e Oriente Médio, com patrocínio do governo do Qatar e uma premiação global que ultrapassa R$ 160 milhões.

Reconhecimento e expectativas para a raça

Para Francisco Carrasco, presidente da ABCCA e criador com mais de 40 anos de experiência, sediar o GCAT no Brasil representa um marco para a valorização do Cavalo Árabe. “Nunca vi uma promoção com essa estrutura e visão de longo prazo. É um novo patamar de profissionalismo e reconhecimento internacional para a raça”, destaca.

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Modalidade e impacto no setor

As disputas ocorrerão na modalidade Halter, que avalia a conformação física dos animais, considerando aspectos como postura, musculatura, estrutura óssea e harmonia corporal. Carrasco acredita que o evento vai fortalecer a genética brasileira e estimular o interesse de novos criadores, além de abrir portas para conexões comerciais, exportações e parcerias internacionais.

Programação cultural e integração

Além das competições, o evento terá uma programação cultural com o tema “Todas as Cores do Nosso Brasil”, oferecendo uma experiência imersiva para público nacional e estrangeiro. A estrutura contará com atrações culturais e espaços dedicados à integração entre criadores, investidores e visitantes. “Queremos um evento acolhedor e alegre, com momentos memoráveis e surpresas especiais para todos”, finaliza o presidente da ABCCA.

Mais informações podem ser encontradas no site oficial: gcarabianstour.com.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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