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Conferência FACTA WPSA-Brasil chega à 41ª edição com programação ampliada e foco em inovação para produção animal

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A Conferência FACTA WPSA-Brasil, um dos principais encontros técnico-científicos voltados à cadeia de proteína animal no Brasil, realizará sua 41ª edição nos dias 2 e 3 de setembro de 2025. Pela primeira vez, o evento acontece na Sociedade Hípica de Campinas, escolhida pela infraestrutura moderna, localização estratégica e facilidade de acesso a serviços. Além disso, o calendário foi alterado para setembro, evitando sobreposição com outros compromissos técnicos do setor e ampliando a participação dos profissionais.

Tema e estrutura com quatro arenas simultâneas

Sob o tema “Gestão, Inovação e Excelência na Produção de Alimentos Seguros”, a programação traz quatro arenas simultâneas que abordarão conteúdos direcionados à avicultura, suinocultura e piscicultura no Brasil e no mundo:

  • Arena Sanidade: Gestão de crises sanitárias, boas práticas regulatórias, controle de salmoneloses e viroses recorrentes, com palestrantes da Embrapa, Universidade da Califórnia e BRF.
  • Arena Multitemas: Incubação, manejo de ovos, indicadores zootécnicos, redução proteica e imunonutrição, com participação de empresas de genética, nutrição e universidades.
  • Arena Multiespécie: Painéis transversais sobre aves, suínos e peixes, destacando sistemas de monitoramento de doenças, vacinas autógenas, planos de contingência e a microbiota intestinal.
  • Arena Nutrição: Estratégias práticas para otimizar desempenho animal, redução de antimicrobianos, tecnologias em rações, bem-estar e mitigação de condenações no abate.
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Prêmio José Maria Lamas da Silva reformulado e com premiação em dinheiro

A partir desta edição, o tradicional Prêmio Lamas terá novo formato, com premiação financeira para os melhores trabalhos nas categorias Produção, Sanidade, Nutrição e Outras Áreas. Os vencedores de cada categoria receberão R$ 2 mil, enquanto as menções honrosas ganharão R$ 500. Além disso, ganhadores terão acesso gratuito aos eventos FACTA por um ano, e os premiados com menção honrosa poderão escolher dois eventos para participar sem custo. A iniciativa visa valorizar a pesquisa aplicada e fortalecer o papel dos jovens pesquisadores na cadeia produtiva.

Inscrições abertas com condições especiais até 26 de agosto

As inscrições com valores promocionais estão disponíveis até 26 de agosto de 2025. Após essa data, os preços serão reajustados. Estudantes de graduação e pós-graduação têm direito à meia-entrada mediante comprovação de matrícula válida até 30 de setembro de 2025.

Mais informações

Detalhes completos da programação, submissão de trabalhos e inscrições estão disponíveis no site oficial da FACTA: www.facta.org.br.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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