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Controle ágil da dor em equinos é essencial para garantir recuperação e bem-estar

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O controle eficaz da dor em equinos é uma etapa crucial para o sucesso dos tratamentos veterinários, especialmente em casos associados a processos inflamatórios. Cavalos, por serem animais de grande porte com fisiologia distinta, demandam abordagens específicas para o alívio da dor.

“O objetivo do tratamento vai além do simples alívio do sofrimento; ele visa promover a recuperação e o bem-estar do animal. Processos inflamatórios, que podem ser provocados por diferentes causas, são frequentemente acompanhados de dor, e seu manejo adequado é essencial para a manutenção da saúde do cavalo”, destaca Paula Kawakami, zootecnista e coordenadora de produtos para grandes animais da Syntec.

A identificação da dor em equinos, no entanto, representa um desafio. Por instinto de preservação, esses animais tendem a mascarar sinais de desconforto. Paula alerta que a dor pode se manifestar de diversas formas: alterações de comportamento, diminuição da atividade, relutância em se locomover, elevação da frequência cardíaca ou respiratória e, em alguns casos, comportamento agressivo. “A identificação precoce e precisa da dor é determinante para que o tratamento adequado seja iniciado, prevenindo complicações mais graves”, reforça.

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De acordo com a especialista, as inflamações podem ser causadas por traumas, doenças articulares inflamatórias, infecções bacterianas ou virais — com possibilidade de evolução para quadros localizados ou generalizados —, além de enfermidades musculares.

A fisioterapia é apontada como uma aliada relevante no processo de recuperação, contribuindo para o alívio da dor e a reabilitação funcional do cavalo. “Técnicas como massagens terapêuticas, alongamentos e exercícios controlados favorecem a circulação sanguínea, reduzem a rigidez muscular e promovem a recuperação das articulações, resultando em uma reabilitação mais eficaz”, explica Paula.

O uso de medicamentos também desempenha papel fundamental no controle da dor. Segundo a zootecnista, os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) são amplamente utilizados para combater a inflamação e aliviar o desconforto. Em casos específicos, analgésicos como opioides e corticosteroides podem ser indicados, sempre com a devida orientação veterinária, a fim de evitar reações adversas ou complicações.

Com o objetivo de auxiliar os criadores, a Syntec oferece o Diclofenaco, anti-inflamatório não esteroide formulado à base de diclofenaco sódico. O produto possui potente ação analgésica e antipirética, atuando na inibição das prostaglandinas — substâncias responsáveis pela inflamação, dor e febre. O Diclofenaco é indicado para equinos, bovinos, caprinos, ovinos e suínos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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