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Criadores de gado Holandês já podem se inscrever na Fenasul Expoleite 2025

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Após a interrupção em 2024 devido às enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, a Fenasul Expoleite retoma sua programação em 2025 e já está com as inscrições abertas para os criadores de gado da raça Holandesa. Os interessados têm até o dia 30 de abril para confirmar a participação na Exposição Morfológica e no tradicional Concurso Leiteiro.

A mostra, que chega à sua 18ª edição como Fenasul e à 45ª como Expoleite, será realizada entre os dias 14 e 18 de maio, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). A expectativa da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) é reunir aproximadamente 100 animais e cerca de 20 expositores.

Segundo o presidente da entidade, Marcos Tang, a Expoleite é uma das mostras mais tradicionais do calendário pecuário do Estado, com trajetória comparável à da Expointer. “A única diferença no número de edições entre as duas feiras ocorreu por conta de intempéries. A Expoleite está enraizada no setor leiteiro. Além disso, é uma etapa obrigatória do Circuito Exceleite, o que reforça ainda mais sua importância”, destacou.

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Tang também ressalta que a Fenasul Expoleite se apresenta como uma oportunidade especialmente interessante para criadores iniciantes. “É uma exposição mais enxuta, com foco definido e duração mais curta. O criador pode ingressar com os animais na segunda ou terça-feira e retirá-los no domingo, o que também reduz os custos, se comparado à Expointer”, explicou.

A escolha do terceiro final de semana de maio como data fixa para o evento também é, segundo o dirigente, uma estratégia para facilitar o planejamento dos produtores e evitar conflitos com outras feiras agropecuárias do interior. Ainda assim, ele reconhece que a logística pode ser um entrave para alguns criadores, dificultando a presença em Esteio.

A Fenasul Expoleite é promovida pela Gadolando em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). Conta também com a co-promoção da Prefeitura Municipal de Esteio, da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Fetag), além do apoio de diversas outras entidades do setor agropecuário.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado do feijão: preços sobem para grãos de maior qualidade, mas demanda limita negócios

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O mercado de feijão registrou baixa liquidez no segmento disponível (spot), com predominância de negociações por amostras e perda de eficiência do pregão como formador de preços. Segundo análise da consultoria Safras & Mercado, o ritmo de comercialização segue lento, com dificuldades para repassar preços mais elevados ao longo da cadeia.

Baixa liquidez e desalinhamento entre oferta e demanda

De acordo com o analista Evandro Oliveira, o escoamento foi limitado, especialmente na bolsa, refletindo o desalinhamento entre as pedidas mais altas nas regiões produtoras e a capacidade de absorção do mercado comprador.

Esse cenário tem dificultado o avanço das negociações e reduzido a fluidez das operações no mercado físico.

Estoques curtos sustentam preços no feijão de melhor qualidade

Do lado da oferta, o mercado enfrenta restrição estrutural, com estoques reduzidos em importantes estados produtores, como Minas Gerais, Goiás, Paraná e São Paulo.

A principal pressão de alta vem da escassez de feijão de qualidade superior, especialmente lotes classificados como nota 9 ou acima, que apresentam características como ausência de manchas, escurecimento lento e grãos de maior peneira.

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Com isso, a maior parte das negociações ocorre com produtos de padrão intermediário, entre 7,5 e 8,5, o que mantém prêmios elevados para os melhores lotes e direciona a demanda para categorias inferiores.

Preços firmes no FOB, mas com dificuldade de repasse

No mercado FOB, os preços seguem firmes, sustentados pela limitação da oferta. No entanto, a valorização encontra resistência na ponta final da cadeia, devido à dificuldade de repasse ao varejo.

A demanda, segundo o analista, tem atuado de forma defensiva, com empacotadoras focadas apenas na reposição mínima de estoques, o que limita o volume de negociações.

Tendência depende de recuperação da demanda

Apesar do viés de estabilidade a leve alta nos fundamentos, o mercado ainda depende de uma retomada mais consistente da demanda e do avanço da colheita para ganhar tração e consolidar movimentos de valorização.

Feijão preto enfrenta pressão com consumo enfraquecido

No caso do feijão preto, o cenário é mais desafiador. O mercado apresentou liquidez extremamente baixa ao longo da semana, com poucas negociações e ausência de reação mesmo diante de quedas consecutivas nos preços.

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A bolsa teve participação reduzida, com operações pontuais ou inexistentes.

Preços próximos do piso nas principais regiões produtoras

Nas regiões de origem, como Paraná, Santa Catarina e São Paulo, as cotações recuaram ou se estabilizaram em níveis baixos, indicando consolidação de um piso regional.

A pressão sobre os preços é resultado da forte concorrência entre vendedores e da necessidade de escoamento de estoques.

Oferta confortável e demanda limitada travam mercado

Ao contrário do feijão de maior qualidade, o feijão preto apresenta oferta mais confortável ao longo da cadeia produtiva.

Por outro lado, a demanda segue enfraquecida, com baixo consumo e reposição limitada por parte do varejo, o que reduz o ritmo de comercialização.

Perspectiva é de mercado lateral a baixista no curto prazo

A tendência para o feijão preto no curto prazo é de estabilidade com viés de baixa. O mercado permanece desancorado e depende diretamente de uma recuperação da demanda para reequilibrar preços e estimular novas negociações.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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