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Inseticida Feroce, da UPL, amplia registro para cinco novas culturas e reforça controle de pragas
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Novas culturas protegidas
Com o registro ampliado, o Feroce passa a combater pragas de alto impacto econômico em diferentes culturas:
- Feijão e amendoim: combate à cigarrinha (Empoasca kraemeri) e ao tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis), que prejudicam o desenvolvimento das plantas e a qualidade da colheita.
- Alho e cebola: controle do tripes (Thrips tabaci), que causa danos às folhas e pode transmitir viroses que afetam a produção, como a virose do alho.
- Cenoura: eficácia contra a vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa), que prejudica a absorção de água e nutrientes na fase larval e compromete a fotossíntese na fase adulta, afetando o vigor da planta.
Tecnologia exclusiva e eficácia
Leandro Valerim, gerente de inseticidas da UPL Brasil, ressalta que o Feroce conta com a tecnologia exclusiva Blast Technology®, que potencializa a ação de duas moléculas potentes do mercado. “Isso garante controle eficaz mesmo em condições climáticas adversas, oferecendo aos produtores mais segurança e flexibilidade no manejo”, afirma.
Histórico e posicionamento da UPL
Antes dessa ampliação, o Feroce já era registrado para importantes cultivos como milho, soja, algodão, tomate e batata. Agora, com a inclusão de hortaliças e leguminosas, o produto consolida-se como uma solução de referência para diferentes tipos de cultura.
Segundo Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, “essa conquista reforça nosso compromisso com a agricultura sustentável, oferecendo soluções eficazes e ambientalmente responsáveis para fortalecer a produção de alimentos essenciais”.
Impacto para a agricultura
A ampliação do registro do Feroce reforça o papel da UPL como parceira estratégica na promoção de uma agricultura mais eficiente, resiliente e sustentável, auxiliando produtores a controlar pragas de forma segura e contribuir para a segurança alimentar global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil
A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.
De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.
Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado
Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.
Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.
Indústria compra apenas para reposição imediata
Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.
Exportações perdem competitividade com queda do dólar
No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.
Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.
Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques
Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.
Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.
Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado
O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.
Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.
Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025
No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.
Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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