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PF fecha fábricas de bebidas clandestinas na Bahia

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Nesta terça-feira (21), foi interditado pela Polícia Federal em uma ação conjunta com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), duas fábricas clandestinas de bebidas alcoólicas no município de Cachoeira, no estado da Bahia, logo após fiscalização.

A ação só pode ser realizada após denúncias de irregularidades na produção e comércio de licores terem sido feitas.

Auditores fiscais agrícolas federais descobriram que as instituições estavam operando ilegalmente.

Os locais que foram fiscalizados apresentaram bebidas fora dos padrões de identidades e qualidade, infraestruturas inadequadas, rotulagem em desconformidade com as normas estabelecidas e do uso de matérias-primas sem procedência.

Durante a inspeção nas fábricas em 2021, 10 amostras foram coletadas de diversos licores ilícitos.

Com a realização das análises realizadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA), seis deles suspeitaram de alguma forma de descumprimento, como a presença de metanol (composto natural da família do álcool que é tóxico e potencialmente prejudicial à saúde humana). Ultrapassando os limites determinados pela legislação brasileira, apresentando cerca de três vezes o máximo permitido, bem como a presença de corantes como o Amarelo Tartrazina e o Amarelo Crepúsculo, substâncias potencialmente alérgicas. Foram encontradas contraindicações, como teor alcoólico abaixo do limite mínimo dos produtos e teor de ácido sórbico acima do máximo permitido.

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As instituições foram multadas e devem cumprir os requisitos para a remediação, como, por exemplo, obter registro no MAPA, adotar bons procedimentos de produção, ajustar listagem de rótulos, cláusulas de advertência e teor alcoólico e ter um Responsável Técnico habilitado através da produção, padronização e gestão de bebidas.

De acordo com Sérgio Cerqueira, chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal da Bahia, “orientamos que a população consuma sempre produtos que estão registrados no Ministério da Agricultura. Desta forma, evita-se o risco de consumir produtos que venham gerar intoxicações e prejudicar a saúde”.

Fonte: Agroplus.tv

Fonte: AgroPlus

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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