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Servidores do MPA participam de semana especial de combate ao assédio e à discriminação no ambiente de trabalho

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O Ministério da Pesca e Aquicultura realizou, entre os dias 26 e 28 de agosto, a Semana de Mobilização para a Prevenção e o Enfrentamento do Assédio e da Discriminação. O evento foi organizado pela Ouvidoria do MPA, com o apoio da Assessoria Especial de Controle Interno, da Subsecretaria de Gestão e Administração, da Assessoria Especial de Comunicação Social, do Gabinete do Ministro, da Secretaria Executiva, da Assessoria de Participação Social e da Corregedoria. A iniciativa teve como objetivo a conscientização dos servidores e lideranças, com foco na melhoria das relações de trabalho.  

No primeiro dia, foi realizada a palestra “Comunicação Não Violenta”, ministrada pela equipe da própria Ouvidoria. Na abertura do evento, o Ouvidor do MPA, George Cardoso, apresentou as ações que estão sendo desenvolvidas pelo Ministério e falou sobre a importância de adotar medidas de prevenção do assédio e da discriminação todos os dias.   

Na sequência, ocorreu a Reunião do Comitê Interno de Governança (CIG), voltada à alta gestão do MPA. O encontro contou com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), representada pela ouvidora-geral, Valdirene Paes de Medeiros, pela diretora de Promoção de Integridade Pública, Simone Gama Andrade, e pela auditora federal Aline Rodrigues, da Corregedoria-Geral da União. O tema central foi “Boas Práticas de Governança: Prevenção ao Assédio e à Discriminação no Setor Público”, reforçando o compromisso institucional do MPA com a integridade.  

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 Bem-estar emocional no Ambiente de Trabalho” foi a palestra do segundo dia, apresentada pela psicóloga social Solange Lopes da Silva. Ela falou sobre a influência do trabalho e dos relacionamentos interpessoais na saúde mental e como melhorar a rotina profissional.     

O encerramento da semana, realizada nesta quinta-feira (28/8), foi marcado pelo lançamento do Plano Setorial de Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação. O evento contou com a presença do ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, da secretária-executiva Adjunta do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, Caroline Dias dos Reis, da ouvidora-geral da Controladoria-geral da União, Valdirene Medeiros, e da Assessora Técnica do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Cláudia Couto Rosa Lopes.    

O ministro André de Paula destacou a relevância do tema para o MPA. “Esse Ministério é fruto do talento coletivo e do esforço que todos os dias fazemos aqui. Esse é o governo dos Direitos Humanos, da igualdade racial, que valoriza as pessoas, que inclui os excluídos e que enxerga aqueles que não são percebidos. O que nós fazemos aqui é colocar na prática o compromisso assumido pelo presidente Lula, não com o governo, mas com a sociedade”, ressaltou.   

O ouvidor George Cardoso afirmou que a semana foi um verdadeiro sucesso. “Foram três dias intensos, com palestras voltadas ao nosso corpo técnico, servidores e colaboradores, além de um evento no comitê interno de governança, direcionado à alta gestão. Agradeço a participação massiva de todos, tanto online quanto presencialmente, e ao apoio fundamental das áreas parceiras, em especial a Assessoria Especial de Controle Interno”, completou.   

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Cartilha de Interação Social     

Durante o evento, foi lançada também uma cartilha de interação social do MPA, chamada “Mergulhando na Inclusão”, resultado de uma parceria do MPA com o MDHC. O documento reúne dicas para que as pessoas possam liderar com as diferenças e interagir de forma respeitosa umas com as outras.   

  A idealizadora do documento foi a então chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade, Adriana Toledo, que hoje é chefe de gabinete do ministro André de Paula. Ela explicou que a cartilha foi criada dentro do MPA, mas recebeu a chancela de técnicos do MDHC, inclusive da ministra Macaé Evaristo. Para ela, o documento é “uma ferramenta viva, construída com diálogo, que define responsabilidades e ações concretas para orientar nossas condutas e fortalecer nossa cultura”.  

Rede de Acolhimento     

(61) 3218-3072     

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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