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Startups e produtores se unem para buscar de soluções tecnológicas

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O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), iniciou na última sexta-feira (30.05) uma nova edição do Circuito Mineiro de Inovação Tecnológica para o Agro. O evento de abertura, realizado no campus da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), em Sete Lagoas, teve como tema a agricultura irrigada.

A iniciativa busca aproximar os desafios do campo de soluções tecnológicas desenvolvidas por startups, empresas e centros de pesquisa. Ao todo, serão seis encontros gratuitos até o dia 26 de agosto, com temas variados e participação de instituições como a Emater-MG, Epamig, Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), universidades, prefeituras e outros agentes do setor.

De acordo com a analista técnica da Seapa, Rebeca Souza, o objetivo é criar um ambiente de oportunidades para parcerias, negócios e conexões entre produtores rurais e empresas inovadoras. As startups selecionadas apresentam suas soluções em painéis com pitches de até 15 minutos e também integram uma mostra tecnológica em cada local, com exposição de produtos e serviços.

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DRONES – Entre os destaques do circuito está a Dronefy, startup especializada em soluções tecnológicas para o controle biológico de pragas no campo. A empresa já participou de cinco edições do evento, onde apresentou, entre outras inovações, o Biotransportador — dispositivo que, acoplado a drones, permite a liberação de insetos benéficos diretamente sobre as lavouras.

“Participar do circuito foi fundamental para ampliarmos nossa visibilidade em todo o estado. A experiência foi muito positiva, e pretendemos seguir contribuindo nas próximas edições”, afirmou João Carvalho, sócio fundador da startup.

As empresas selecionadas têm a oportunidade de apresentar suas soluções em pitches com duração de cinco a 15 minutos, integrando os painéis temáticos da programação. Segundo a analista técnica da Seapa, Rebeca Souza, elas também participam da mostra tecnológica, espaço dedicado à exposição de produtos e serviços, além de contatos para futuras parcerias e negócios.

Próximos encontros:

  • 11/6, quarta-feira, 12h – Agropecuária de Precisão
    Local: Instituto Tecnológico de Agropecuária de Pitangui – EPAMIG (BR-352, km 35 – Zona Rural, Pitangui/MG)

  • 26/6, quinta-feira, 8h – Pecuária leiteira na Expass Agro
    Local: Parque de Exposições Adolfo Coelho Lemos – Passos/MG

  • 3/7, quinta-feira, 13h – Fruticultura
    Local: Visconde do Rio Branco/MG

  • 31/7, quinta-feira – Piscicultura e drones agrícolas
    Local: Feira Nacional do Agronegócio do Vale do São Francisco – Fenavasf (Buritizeiro/MG)
    Inscrições presenciais no local

  • 26/8, terça-feira, 12h – Agropecuária de Precisão e Sustentabilidade
    Local: UNIFOR-MG (Rua Dr. Arnaldo Sena, 328 – Formiga/MG)

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Fonte: Pensar Agro

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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