BRASIL
MME promove audiência pública sobre proposta de Índices Mínimos de Eficiência Energética para Edificações
BRASIL
O Ministério de Minas e Energia (MME) promoveu, na segunda-feira (23/06), uma audiência pública sobre a proposta de regulamentação dos Índices Mínimos de Eficiência Energética para novas edificações a serem construídas no país. O encontro, realizado por meio virtual, com representantes do setor da construção civil, de instituições de ensino, órgãos públicos e da sociedade, teve como objetivo apresentar os principais pontos e esclarecer as dúvidas sobre a proposta que está sob consulta pública. Mais de 100 pessoas participaram do debate, transmitido pelo canal do MME no YouTube (Assista aqui).
Na abertura da audiência, o Secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento, Gustavo Ataide, ressaltou a importância da eficiência energética para a redução de custos de energia para os consumidores e para a sustentabilidade da matriz energética. As edificações demandam mais da metade da energia elétrica consumida no país, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Ataide enfatizou o compromisso do MME em construir uma regulamentação que proporcione avanços no segmento da construção civil com segurança jurídica: “Foi realizada a Análise de Impacto Regulatório e tivemos a oportunidade de realizar debates em diversas ocasiões, trazendo a realidade de diferentes agentes do setor da construção e demandas da sociedade para a proposta em discussão. Vale reforçar que estamos construindo uma proposta com implementação gradual para dar previsibilidade ao setor, em relação ao cronograma, e para a adoção das exigências técnicas colocadas”, ressaltou.
A regulamentação em debate define os padrões mínimos de eficiência energética nas novas edificações a serem construídas no país, com metas graduais entre 2027 e 2040. Pela regra proposta, os novos prédios de órgãos públicos devem ter desempenho equivalente à classificação A da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), que vai de A (mais eficiente) a E (menos eficiente). As demais edificações devem ter, no mínimo, desempenho equivalente ao nível C, o que significa, basicamente, comprovar o atendimento às normas técnicas já vigentes. Esse tipo de regramento já existe em diversos países do mundo e sua adoção no Brasil trará desenvolvimento e eficiência ao setor de edificações nacional.
Confira a apresentação compartilhada na audiência aqui.
Participação popular
A audiência pública virtual do Ministério de Minas e Energia (MME) contou com 155 inscritos – dos quais, 32% são consultores ou projetistas, 20% da academia, 16% do setor público, 14% da indústria da construção e 9% representantes da sociedade civil. Entre os participantes, estavam representantes de associações e sindicatos do setor da construção, construtoras, órgãos público, prefeituras, além de diversas universidades.
As contribuições sobre a proposta podem ser enviadas até o dia 5 de julho por meio do Portal de Consultas Públicas do MME e do Participa + Brasil.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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BRASIL
Inscrições para Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior encerram em 27 de abril
As inscrições para o Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior seguem abertas até 27 de abril de 2026. Empresas interessadas podem acessar o edital e realizar o cadastro por meio da página da ApexBrasil, onde estão disponíveis todas as orientações da iniciativa.
Uma iniciativa do Conduzido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da ApexBrasil, com apoio do Ministério da Igualdade Racial (MIR), o prêmio reconhece empresas brasileiras que promovem a diversidade racial em sua estrutura e ampliam a presença de profissionais negros em posições estratégicas no comércio exterior.
Para a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, a iniciativa destaca que a iniciativa integra o Programa Raízes Comex, lançado pelo MDIC em 2024, para ampliar a diversidade e a inclusão no comércio exterior brasileiro.
“Ampliar a diversidade nas empresas que atuam no comércio exterior é uma agenda de desenvolvimento. O Brasil ganha quando mais empresas refletem a diversidade da nossa sociedade e conseguem competir com mais qualidade e inovação no mercado internacional”, afirmou.
Podem participar empresas que já atuam no comércio exterior e desenvolvem ações concretas de promoção da equidade racial. Ao todo, até dez empresas serão selecionadas e receberão certificado oficial de reconhecimento do Governo Federal.
As vencedoras poderão escolher entre duas modalidades de premiação: uma agenda de negócios personalizada em mercado internacional ou a participação em ação de promoção comercial organizada pela ApexBrasil.
Reconhecimento que gera resultado
Na primeira edição, realizada em 2025, 20 empresas foram reconhecidas por práticas consistentes de inclusão racial. Entre elas, a INPUT Post Production, vencedora na categoria Liderança Global, voltada a empresas brasileiras já inseridas no mercado internacional.
Com atuação em pós-produção sonora e finalização de som, a empresa participa de projetos para grandes plataformas globais e tem ampliado o alcance internacional de serviços criativos desenvolvidos no Brasil.
O reconhecimento abriu espaço para novas oportunidades. A empresa integrou missão internacional no South by Southwest (SXSW), em Austin, nos Estados Unidos, com agenda estruturada de encontros e articulações voltadas à expansão de negócios.
“É uma chance incrível de expandir o network, conhecer mais gente, aprender e contar com suporte não só logístico, mas principalmente de contatos e articulações, que são o grande valor em um evento desse porte”, afirmou o representante da empresa, Mário de Poy.
“Tivemos uma agenda toda curada para a nossa empresa, com possibilidade de conhecer parceiros e abrir novas frentes de atuação”, acrescentou.
“Mesmo depois de mais de 20 anos de atuação, dá para sentir a diferença de ter o seu país jogando ao seu lado”, completou.
Confira o edital.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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