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Ação garante atendimento de psiquiatras e psicólogo aos pacientes com dificuldade de acesso a área central

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Garantir o atendimento à saúde. É mediante essa premissa, que a UBS Distrito da Guia realizou uma ação que possibilitou o atendimento a dez pessoas por médicos psiquiatra, psicólogo e assistente social do CAPs 2 (Centro de Atenção Psicossocial). A ação foi realizada no dia 3.

A iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através da Regional Rural,  considerou o fato de que há pacientes sem condições de buscar o atendimento na área urbana. Dentre as demandas atendidas, foram realizadas seis consultas na área da psiquiatria e, outras quatro, da psicologia. Outras duas pessoas foram encaminhadas para atendimento no Caps.  Em um dos casos, a equipe da saúde foi buscar a paciente em casa. Com quadro depressivo a pessoa relutava em buscar ajuda médica.

“Sempre realizamos consultas, testes rápidos, vacinas e encaminhamentos necessários para população da região, que dependem da unidade da Guia. Mas, ainda assim, nos deparamos com situações especiais, tem muita gente que precisa, mas não vai para a cidade para tratamento. Por isso, trouxemos os profissionais até a UBS da Guia, para que recebam o atendimento e tenham qualidade de vida, especialmente porque precisam de ajuda”, explicou a coordenadora da Regional Rural, Marinete de Oliveira Ribeiro.

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No CAPs, o atendimento é porta aberta, onde o usuário é acolhido e recebe uma avaliação que é feita por dois profissionais, podendo ser assistente social, psicólogo, farmacêutico, técnica de enfermagem ou o próprio médico.

“Sempre mantemos dois profissionais para realizar a avaliação do caso, se terá de passar pela terapia com psicólogo ou assistente social. Ou se é necessário imediato acompanhamento com médico clínico em saúde mental ou psiquiatra da unidade, bem como atividades terapêuticas, mas isso vai decorrer com o tempo, que inclui as oficinas, as sessões com a psicóloga e outras terapias disponíveis na Unidade”, explicou a  coordenadora Técnica de Saúde Mental na Atenção Secundária, Darcí Bezerra.

O acompanhamento através do CAPs contribui para melhorar a situação das pessoas que se encontram desmotivadas, com baixa autoestima, depressivas, entre outros problemas que envolvem a saúde mental.  

Em relação aos serviços especializados, entre eles de psiquiatria e psicologia,  também são ofertados pelo Centro de Especialidades Médicas (CEM), via encaminhamento da Atenção Básica, ou seja, pelas Unidades Básicas de Saúde quando identificam a necessidade.

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Além do atendimento voltado para o psíquico e emocional, na UBS Guia, também foram disponibilizados serviços com assistente social.

Participaram da ação a psicóloga Vanessa Barbosa Lopes, o psiquiatra Jonas Valença, a assistente social, Elvira Aparecida Rosa vieira e a técnica de enfermagem Greice Raquel da Costa Santos.  Com apoio da gerente do CAPs 2, Maria Estela Moura Taborelli, que prontamente colaborou para realização da ação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

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O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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