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Contribuintes podem formalizar acordos pelo Mutirão da Conciliação Fiscal até a próxima sexta-feira (29)

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Luiz Alves

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Será encerrado na próxima sexta-feira (29) o prazo para que os contribuintes cuiabanos negociem seus débitos em atraso com o Município com direito a desconto que chegam até 95% nos juros e multas moratórias. Os acordos são efetuados por meio da adesão ao Mutirão da Conciliação Fiscal, garantido via Decreto nº 9.025, editado pelo prefeito Emanuel Pinheiro.

A iniciativa é coordenada pela Procuradoria Geral do Município (PGM) e garante ao cidadão a oportunidade de negociar débitos de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), multas de trânsito, ambientais e do Procon Municipal. 

O benefício abrange os débitos tributários com fatos geradores até 31 de dezembro de 2020, inscritos na dívida ativa ou não. Para o pagamento à vista o desconto é de até 95%. Além disso, o contribuinte tem dedução de 60% para parcelamentos em até 12 vezes; 50% para até 24 meses; e 30% quando o débito for dividido entre 25 e 48 parcelas.

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Os atendimentos são realizados presencialmente nos guichês da sede da Procuradoria Fiscal, localizada na Avenida Getúlio Vargas – nº 490, e no Centro Integrado de Atendimento ao Contribuinte (CIAC), na Avenida Barão de Melgaço – nº 3.814. O cidadão também pode formalizar o acordo virtualmente, por meio do portal Refis Online.

“A gestão Emanuel Pinheiro mais uma vez tem atuado com humanização, entendendo o momento difícil por conta da pandemia da Covid-19 e facilitando o cidadão a quitar seus débitos. A população, por sua vez, também compreende a importância de manter os débitos tributários. A ação é um sucesso e chegamos a atender cerca de 300 pessoas por dia”, explica a procuradora-geral Juliette Migueis. 

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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