CUIABÁ
Feira da Agricultura Familiar de Cuiabá ganha novidades e atrai público
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Novos itens enriqueceram a tradicional Feira da Agricultura Familiar Produtiva e Solidária, realizada na Praça Alencastro, no Centro de Cuiabá. Entre legumes, verduras, frutas, temperos, artesanato, salada de frutas, manga temperada e muito mais, a 6ª edição do evento, promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat), na segunda-feira (9), apresentou ainda tapetes artesanais, verduras hidropônicas, salgados em bandejas e bolos de “cacau cuiabano”.
Quem não pôde comparecer, pode se programar para as próximas edições, que acontecem no próximo mês: dia 7, na Praça da República, e dia 14, novamente na Praça Alencastro, sempre às segundas-feiras. Os feirantes celebram a fixação do horário das 10h às 18h para ambas as praças.
“Está sendo uma oportunidade muito boa. Mais um ponto na cidade para vendermos nossos produtos. Participo de feiras desde 2011, na Avenida Brasil e no CPA. Além de chás, temperos, café torrado e em grãos, minha esposa faz tapetes com retalhos, que trouxemos para apresentar aos clientes que circulam e trabalham no centro da cidade. Cada região tem seu público diferenciado, o que é ótimo para nós feirantes”, comentou João Vicente Rodrigues, da Comunidade Pai Joaquim.
Larissa Evelyn, da Comunidade dos Ipês, na Ponte de Ferro, trouxe verduras hidropônicas, como alface, salsinha e coentro. Devido à sensibilidade dos produtos fresquinhos, permaneceu apenas no período da manhã.
Thaara Gayva, empreendedora cuiabana, ofereceu salgados em bandeja, como esfihas abertas e pãezinhos de canela. Após um tempo afastada do mercado, ela está retomando a produção. “Estou vendendo bem aqui. É uma ótima oportunidade de apresentar meu produto ao público. Está sendo bem aceito, já vendi quase tudo, e a feira vai até mais tarde”, revelou.
O cacau cuiabano também ganhou destaque na banca da dona Sandra Aparecida, que expôs biscoitos, francisquitos, farofa de pilão e o tradicional bolo de melado de cana, conhecido como o “cacau cuiabano”.
A gastronomia conquistou o gosto dos visitantes. “A feira começou antes do meio-dia e favoreceu bastante quem vende comida, pois muitos trabalhadores da região aproveitaram para comprar durante o almoço”, ressaltou Luís Alberto Rodrigues Leite, responsável pela organização da Feira da Agricultura Familiar da Smat.
As peças de artesanato, incluindo chinelos e tiaras bordadas à mão, encantaram pela variedade e beleza, agregando ainda mais diversidade à feira.
Entre as delícias, algodão doce, pipoca doce em potes, docinhos recheados de limão e potes com doces variados, inclusive com sabores mesclados, também fizeram sucesso.
“A cada edição, superamos as expectativas. Esse é nosso objetivo para fortalecer a produção do campo. Convidamos todos a prestigiar e somar conosco”, finalizou Luís Alberto.
#PraCegoVer
A foto mostra as bancas onde os produtos estão expostos e pessoas verificando os itens. Mamão, bananas, batatas doces estão em plano de frente da imagem. E ao fundo do cenário está a igreja Matriz de Cuiabá.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes
O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.
Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.
O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.
Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.
Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.
A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.
Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.
Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.
Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.
A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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