CUIABÁ
Programa Pit Stop já alcançou 16 espaços de lazer com serviços de manutenção preventiva e corretiva
CUIABÁ
Lançado pelo prefeito Emanuel Pinheiro no dia 17 de novembro, o programa “Pit Stop” já atendeu 16 espaços de lazer com suas ações de manutenção preventiva e corretiva. O trabalho é desenvolvido por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), que possui quatro equipes exclusivas para atuar nas praças e parques públicos municipais.
Conforme explica o diretor-geral da Limpurb, Júnior Leite, o programa opera em duas frentes, sendo uma destinada a serviços leves e outra para a solução de demandas mais complexas. Ainda segundo ele, seguindo um cronograma, as equipes são encaminhadas para as estruturas já com a missão de executar, imediatamente, os reparos necessários.
“As equipes não são encaminhadas aos locais para fazer orçamento ou levantamento. Já com os equipamentos, materiais, e a mão de obra, elas chegam e realizam as ações, registram o trabalho feito, e partem para o próximo atendimento. Isso é feito de forma planejada, visando atender todas as regiões”, conta Júnior.
O diretor-geral também enfatiza que o Pit Stop não consiste em atividades de reforma ou revitalização das praças e parques, mas sim em intervenções pontuais que precisam ser feitas de forma mais rápida para que esses equipamentos estejam sempre preservados. Para ele, o programa pode ser visto como um divisor de águas na área de zeladoria.
“Na verdade, fazemos a manutenção dos bancos, da academia ao ar livre, do parquinho, do calçamento, do campinho ou quadra. São reparos que precisam ser feitos, periodicamente, para que os locais estejam a contento da população. Acredito que, com esse trabalho diário, em seis meses vamos sanar o problema de zeladoria dessas estruturas”, completa.
Já foram alcançadas, por exemplo, as praças do Terra Nova, Clovis Cardoso, Maria Taquara, Dep. Oscar Soares, dos Taxistas, Popular, Vicente Paula de Rosa, Jardim Araçá, Jardim das Palmeiras, e Centro Esportivo e de Lazer Sen. Jonas Pinheiro. Também foram atendidos os parques municipais da Nascente, da Família, das Águas, entre outros.
“É um trabalho diário e contínuo. Fazemos o levantamento das demandas mais urgentes e buscamos contemplar todas as regiões com esse trabalho. Neste momento, estamos com várias frentes em andamentos e já planejamos intervenções nas praças Alencastro e Ipiranga”, pontua o adjunto de Zeladoria, João Hauer.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT
CUIABÁ
Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes
O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.
Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.
O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.
Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.
Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.
A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.
Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.
Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.
Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.
A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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