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Sistema federal do Cadastro Único passa por manutenção e apresenta instabilidade

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A Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão informa à população que as unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) estão enfrentando, nos últimos dias, aumento expressivo na demanda por atendimentos, especialmente relacionados ao Cadastro Único. Esclarecemos que, nos últimos dias, o atendimento tem sofrido interrupções e lentidão em razão de instabilidades no sistema do Cadastro Único, fato que impacta diretamente a realização dos atendimentos.

De acordo com a Secretaria, a plataforma é nacional e não se trata de uma falha local da Prefeitura de Cuiabá. Em alguns momentos, o sistema apresenta lentidão, oscilações ou até indisponibilidade temporária, o que dificulta a realização de serviços como atualização cadastral, novos cadastros e consultas de informações.

A Dataprev realiza essas manutenções de forma programada para garantir a segurança, a integridade dos dados e o correto funcionamento dos programas sociais vinculados ao Cadastro Único. No entanto, mesmo fora das janelas técnicas previamente divulgadas, ainda podem ocorrer instabilidades pontuais nos próximos dias.

A Prefeitura de Cuiabá segue monitorando a situação junto aos órgãos responsáveis e mantém contato permanente com os canais técnicos para minimizar os impactos à população. As equipes das unidades estão orientadas a prestar esclarecimentos e buscar alternativas de atendimento sempre que possível.

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A Secretaria reforça o pedido de compreensão e colaboração da população durante esse período. Eventuais atrasos ou suspensões momentâneas de atendimento não dependem da atuação dos servidores municipais, mas do funcionamento do sistema federal.

Assim que a plataforma estiver estabilizada, os atendimentos serão normalizados. Em caso de dúvidas, os cidadãos podem procurar os canais oficiais da Secretaria Municipal de Assistência Social para mais orientações.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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