MATO GROSSO
Polícia Militar prende homem com produtos contrabandeados em Alta Floresta
MATO GROSSO
Policiais militares do 8º Batalhão prenderam um homem de 25 anos por contrabando, na tarde desta terça-feira (19.11), em Alta Floresta. Com o suspeito, foram apreendidos diversos produtos sem nota fiscal, como cigarros, isqueiros e bebidas alcoólicas.
Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais estavam em rondas e viram um homem manuseando um celular enquanto dirigia um veículo Onix branco.
Em revista pessoal ao homem, nada de ilícito foi encontrado. Já na vistoria ao veículo, os militares encontraram uma caixa contendo os diversos produtos.
Ao ser perguntado sobre os materiais, ele afirmou não possuir a nota fiscal dos produtos e que teria ido da cidade de Vera até Alta Floresta para procurar por comerciantes que pudessem fazer a compra dos materiais.
Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Palestra traz realidade de famílias atípicas e desafios para garantir direitos
A advogada e presidente da Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Poxoréu (APAAP), Jennyfer Bathemarque, proferiu palestra com o tema “A Pessoa com Deficiência no Sistema de Justiça: Direitos, desafios e o papel do Judiciário na efetivação da inclusão”, no primeiro dia do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direito das Pessoas com Deficiência”, na manhã desta quarta-feira (15), no Fórum de Cuiabá. O evento conta com transmissão ao vivo e pode ser conferido no canal TJMT Eventos No YouTube.
“São grupos historicamente vulnerabilizados. Antigamente, esses grupos eram levados aos manicômios, eram tratados como pessoas à margem da sociedade. E ainda hoje existem famílias que têm esse estigma, que têm dificuldade em lidar”, disse, defendendo que a família não pode ter medo de exigir direitos porque eles são garantidos por lei. “Exigir um direito não é excesso, é exercício de cidadania”.
“Quando falamos de leis, estamos falando de pessoas. Então, quando falamos de direitos, falamos de direitos de pessoas. Quando falamos de processo judicial, falamos de pessoas. Embora, quando olhamos para o processo, nós vejamos números, documentos, por trás daquele processo há pessoas que precisam de resposta, que necessitam de algo. Então, todas as vezes que falarmos sobre inclusão, LBI, Lei Maria Berenice Piana, devemos pensar em pessoas. Quando pensamos em pessoas, tudo fica mais fácil porque você começa a se colocar no lugar”, afirmou Jennyfer. Autor: Celly Silva
Fotografo: Josi Dias
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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