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Geoparque com fósseis marinhos na SNCT 2025 conta a pré-história do oceano

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O espaço Geoparque retorna em 2025, em Brasília (DF), para a 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) com uma nova proposta: levar o público a uma viagem pela história natural do oceano. De acordo com a Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (Sedes), o ambiente será dedicado aos animais marinhos, unindo aprendizado e diversão em uma experiência interativa voltada à conscientização sobre a importância da preservação dos ecossistemas costeiros e oceânicos. A pasta é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável pelo evento, que ocorrerá de 21 a 26 de outubro, na Esplanada dos Ministérios.

Inspirado no sucesso da edição anterior, que abordou os dinossauros e o Brasil ancestral, o espaço mantém o formato lúdico e educativo, com escavações simuladas, onde crianças e jovens poderão brincar, explorar fósseis, descobrir e conhecer espécies pré-históricas que habitaram mares brasileiros e entender como o planeta evoluiu até os dias atuais.

O Geoparque é um dos espaços mais procurados da SNCT por promover a interação direta com o público, oferecendo atividades supervisionadas por representantes que orientam e organizam o fluxo de visitantes. Telões instalados no local exibirão conteúdos informativos sobre o tema, ampliando o alcance da experiência para quem estiver apenas de passagem.

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A proposta dialoga diretamente com o tema central da SNCT 2025, Planeta Água: Cultura Oceânica para Enfrentar as Mudanças Climáticas no meu Território, e reforça o papel da ciência na preservação ambiental e união entre oceano, clima e futuro sustentável.

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade

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Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.     

Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.  

Projetos selecionados 

  • Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;  

  • Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc); 

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  • Organização Baniwa e Koripako — NadzoeriParceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);  

  • Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;  

  • Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara; 

  • Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.  

Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.  

Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.  

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O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.  

Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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