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Seduc já entregou 90% das apostilas do Sistema Estruturado de Ensino aos estudantes da rede pública

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) já entregou 90% das apostilas do Sistema Estruturado de Ensino para os estudantes da rede pública de Mato Grosso. A entrega foi iniciada em fevereiro deste ano e deve ser concluída nos próximos dias em escolas Quilombolas, Indígenas e do Campo, localizadas nos municípios de Barra do Garças, Tangará da Serra, Alta Floresta, Pontes e Lacerda, Confresa e Cáceres.

O material é entregue em formato de kit e já foram distribuídas 365.317 mil apostilas para estudantes do ensino médio e fundamental. O material didático desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) possui a metodologia já aplicada na rede particular e visa auxiliar professores e estudantes no processo de recomposição da aprendizagem, sendo considerado um dos melhores métodos de ensino do Brasil.

Em dois anos, os investimentos serão de R$ 549 milhões com recursos do Governo de Mato Grosso, por meio do Programa Mais MT. Além das apostilas, alunos e professores também contam com plataforma digital, banco de perguntas, aplicativo, avaliações e exercícios complementares, formação continuada dos professores, com duração de 120 horas por ano.

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O material apresenta 13 componentes curriculares e também atende demandas da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A previsão da Seduc é de que sejam entregues cerca de 400 mil kits de apostilas nas 700 escolas da rede estadual. As entregas foram intermediadas pelas Diretorias Regionais de Educação (DREs) e, por questões de logística e distância, chegam por último nas áreas rurais conforme explica a técnica responsável pela Frente de Planejamento e Gestão do Sistema Estruturado, Ana Paula Moreira.

“As DREs, agora, estão fazendo remanejamento para concluir a distribuição nas unidades que ainda não receberam os kits. A nossa preocupação desde o início da entrega era assegurar que nenhum aluno ficasse sem material e isso será cumprido. A próxima etapa será trabalhar o uso da plataforma pelos estudantes”, explicou.

Cada aluno tem acesso a uma apostila de componentes curriculares diferentes e pode levá-las para casa, sem a necessidade de devolução para a unidade escolar. As apostilas são bimestrais e toda a implementação do sistema terá custo de R$ 192 por aluno/ano.

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Sistema Estruturado de Ensino

A plataforma virtual deve ofertar o acesso aos conteúdos didáticos de todas as áreas do conhecimento, com possibilidade de pesquisa e aprimoramento do aprendizado, possibilitando a plena integração com o material estruturado de ensino, com disponibilização para a comunidade escolar (estudantes, familiares, diretores, coordenadores e professores).

O conteúdo programático é regionalizado, seguindo os padrões da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Documento de Referência Curricular de Mato Grosso (DRC-MT). Os programas contemplam as mais diversas áreas do conhecimento e estão organizados de acordo com as necessidades de cada ano, considerando a progressão da aprendizagem.

Fonte: GOV MT

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MPMT promove ação sobre violência a adolescentes em escola de Cuiabá

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional sobre Estudos de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e Gênero Feminino (CAOVD), realizou, nesta quinta-feira (14), palestra educativa na Escola Estadual Dione Augusta Silva Souza, em Cuiabá, voltada para meninas entre 12 e 17 anos.A atividade foi conduzida pela procuradora de Justiça da 26ª Procuradoria de Justiça e Coordenadora do CAOVD, Elisamara Sigles Vodonós Portela, nos períodos matutino e vespertino, com o tema “Como Reconhecer a Violência”. A iniciativa promoveu um espaço de diálogo e conscientização sobre violência contra meninas e mulheres, autoestima, proteção, relacionamentos abusivos e formas de buscar ajuda.Durante a palestra, foram abordados temas relacionados aos diferentes tipos de violência previstos na legislação brasileira, incluindo violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial e digital, além de situações frequentemente naturalizadas entre adolescentes, como controle excessivo em relacionamentos, chantagem emocional, exposição nas redes sociais, cyberbullying e perseguição virtual.Também foram discutidos sinais de relacionamentos abusivos, mecanismos de proteção previstos na Lei Maria da Penha, canais de denúncia e a importância da informação como instrumento de prevenção. A apresentação buscou demonstrar às adolescentes que muitas formas de violência começam de maneira silenciosa e podem se manifestar em ambientes cotidianos, como escola, internet, redes sociais, amizades e relacionamentos afetivos.Além do debate sobre violência doméstica e digital, a atividade abordou temas relacionados à saúde, autocuidado e prevenção, incluindo gravidez na adolescência, métodos contraceptivos, infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e acesso aos serviços públicos de saúde e assistência.Durante o encontro, a procuradora de Justiça destacou a importância de levar esse tipo de discussão ao ambiente escolar como forma de fortalecimento da rede de proteção e promoção da cidadania. Segundo ressaltado, o acesso à informação permite que adolescentes reconheçam comportamentos abusivos, compreendam seus direitos e saibam onde procurar apoio em situações de violência.A palestra também reforçou a importância do diálogo, da autoestima e do respeito próprio, incentivando as estudantes a identificarem situações de manipulação, controle e desrespeito que muitas vezes são equivocadamente interpretadas como demonstrações de afeto.Ao longo da atividade, foram apresentados dados estatísticos sobre violência contra mulheres e meninas no Brasil e em Mato Grosso, além de informações sobre os serviços de atendimento disponíveis, como: Disque 180, Polícia Militar, Delegacias Especializadas, Ministério Público, assistência social e unidades de saúde.A iniciativa integra as ações desenvolvidas pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso voltadas à prevenção da violência, promoção dos direitos humanos e fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres, crianças e adolescentes.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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