POLITÍCA MT
Começa nesta terça as aulas do cursinho Pré-Enem Professora Vilma Moreira, em Cuiabá
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Thiago na plenária da AL
Foto: JLSIQUEIRA / ALMT
Começam hoje, terça-feira (26), às 19h, as aulas do curso pré-vestibular Professora Vilma Moreira, em Cuiabá. O cursinho foi idealizado pelo deputado Thiago Silva (MDB), que destinou emenda para a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Fundação de Apoio ao Ensino Superior) coordenarem o projeto que atenderá centenas de pessoas gratuitamente.
A aula inaugural do cursinho Professora Vilma será na Escola Estadual Victorino Monteiro da Silva, no bairro CPA 4, em Cuiabá. O nome do cursinho homenageia a professora e ex-deputada Vilma Moreira, que foi uma grande professora e líder comunitária com amplo reconhecimento no estado.
“Esse era um sonho meu, poder criar um cursinho para atender pessoas de baixa renda que querem estudar em uma universidade pública. Destinamos a emenda para a Unemat coordenar o projeto, que terá os mais qualificados professores para atender os estudantes. Será uma oportunidade ímpar de aprendizagem”, disse o deputado.
As aulas gratuitas ocorrerão apenas no período noturno, de abril até o mês de julho e tem objetivo de garantir que os alunos garantam um bom desempenho no Enem de 2022.
“Parabenizo o deputado Thiago e a Assembleia [Legislativa de Mato Grosso] por acreditarem neste projeto, que vai nos ajudar a conseguir uma vaga, quem sabe na UFMT ou Unemat”, disse a aluna Eliane Braga.
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Cattani critica proposta de restringir biomassa nativa e diz que medida pode prejudicar setor florestal
O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) criticou, durante a sessão desta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a possibilidade de o governo do estado restringir o uso de biomassa de origem nativa para abastecimento de indústrias. Segundo o parlamentar, a medida pode prejudicar o setor florestal e gerar impactos negativos para produtores rurais, madeireiras e áreas de manejo sustentável.
Ao comentar o incentivo ao uso de biomassa proveniente exclusivamente de florestas plantadas em novos empreendimentos industriais, Cattani afirmou ser favorável ao reflorestamento, mas contrário a qualquer iniciativa que enfraqueça atividades já consolidadas no estado. “Eu acredito que nós possamos e devemos sim, ter as florestas plantadas. O reflorestamento tem que ser incentivado pelo Estado. Mas nós não podemos, de forma nenhuma, acabar com um setor para promover o outro”, afirmou.
O deputado também destacou a importância do manejo florestal sustentável e afirmou que a atividade contribui para a conservação ambiental. “Se você entra numa área de manejo, percebe que nunca o meio ambiente é agredido quando se trata do manejo florestal. Pelo contrário, o meio ambiente é promovido pelo manejo florestal”, declarou.
Cattani demonstrou preocupação com os impactos que uma eventual restrição poderia causar ao setor e aos produtores rurais que realizam a abertura legal de áreas previstas na legislação.
“Uma pessoa comprou uma área de mata hoje e tem direito, pela nossa legislação, de abrir 20% em área de floresta. Esse cidadão pode não fazer isso agora, porque está pagando a terra e vai fazer daqui dez anos. Será que daqui dez anos ele será impedido de abrir esses 20%? E quando abrir, vai jogar fora toda a biomassa que colocou no chão?”, questionou.
Durante o discurso, o parlamentar também citou o aproveitamento dos resíduos gerados pelas serrarias e alertou para o que considera um possível retrocesso ambiental. “Será que o resíduo das serrarias vai ter que voltar a ser queimado para gerar carbono? Será que nós vamos fazer um retrocesso desse tamanho na questão florestal do nosso estado?”, indagou.
O debate ocorre em meio às discussões sobre o acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e o Ministério Público Estadual para regulamentar o uso da biomassa e garantir o abastecimento da indústria.
Gilberto Cattani afirmou que acompanhará o tema e avisou que a Assembleia Legislativa poderá reagir caso alguma medida chegue ao Parlamento prejudicando o setor. “Eu não acredito que o governador vai levar isso adiante, mas quero deixar bem claro, se um decreto do Governo do Estado chegar a esta Casa, com certeza, no mesmo instante, teremos um decreto legislativo para sustá-lo, porque não podemos deixar perecer um setor tão importante, que é o setor agroflorestal do nosso estado”, concluiu.
Fonte: ALMT – MT
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