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Corpo de Bombeiros abre processo seletivo para contratação de 180 brigadistas florestais

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMTM) publicou nesta segunda-feira (27.06) o edital do processo seletivo para contratação de 180 brigadistas temporários para as ações de prevenção e combate aos incêndios florestais.

Os interessados podem realizar as inscrições de forma gratuita entre os dias 28 e 30 de junho, presencialmente, na unidade militares de 29 municípios do Estado (confira os endereços ao final da matéria), das 8h às 12h e das 14h às 18h. No ato da inscrição, o candidato deverá apresentar documentos pessoais com cópia, conforme descrito no edital.

Para o trabalho de brigadista, a remuneração mensal será de R$2.100,00 para a jornada de trabalho de 44 horas semanais, em regime de escala, sendo 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso.

Conforme o edital, o processo seletivo será realizado em duas fases: a primeira compreende uma análise curricular e aplicação do Teste de Aptidão Física (TAF); a segunda etapa é a aplicação do Teste de Habilidades e Uso de Ferramentas Agrícolas (THUFA). 

A divulgação do resultado final está prevista para ser feita até o dia 15 de julho, no Diário Oficial do Governo de Mato Grosso e site do CBMMT.

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Confira o edital clicando aqui

Abaixo, veja os endereços das unidades militares:

Fonte: GOV MT

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Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio

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A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.

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Foto: Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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