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Congresso Internacional Luminarium terá opção de participação on-line

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Foto: MÁRCIA ANDREOLA

O Rio de Janeiro vai receber, entre 12 e 14 de agosto, o 3º Congresso Internacional de Ciência, Consciência e Espiritualidade, e os mato-grossenses não precisarão viajar para acompanhar: esta edição será híbrida – com participações on-line e presenciais. Uma plataforma permitirá a participação remota nas palestras, nos atendimentos terapêuticos e nas rodas de conversas.

Com médicos, cientistas, psicólogos, terapeutas e pensadores brasileiros e internacionais, o Luminarium, evento aberto a profissionais e interessados em geral, vem se estabelecendo como um espaço de desenvolvimento do autoconhecimento. A proposta não é apresentar um caminho pronto, mas de ajudar os participantes a construírem o próprio caminho para a evolução espiritual, a expansão da consciência e, consequentemente, saúde integral.

“Já sabemos, por meio de estudos científicos, que questões subjetivas, como a fé, sentimentos nobres, atitudes e pensamentos positivos, podem contribuir para uma saúde mais plena e até reverter uma doença já instalada. A questão é: como capitalizar todo esse poder que temos em prol de nós mesmos e do próximo? Como alcançar o equilíbrio ou a tal da felicidade? A resposta está em nós. E o Luminarium é o espaço propício para você buscar aquelas que você necessita para evoluir e tornar a vida mais leve”, diz Tânia Viégas, idealizadora da iniciativa.

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“O formato híbrido é uma demanda do público, pois possibilita que os interessados participem do Congresso de suas próprias cidades […]. E o melhor: com acesso a todo o conteúdo programático, incluindo as palestras, workshops e atendimentos. Apenas a Feira do Bem Viver será exclusiva aos que optarem pelo formato presencial”, contextualiza Tânia. 

As inscrições são pagas e, a partir de uma parceria com a Assembleia Social (Coordenadoria de Integração, Cidadania e Cultura), algumas participações receberão isenção, mediante seleção a partir de critérios de vulnerabilidade, a serem aplicados pela coordenadoria.

“Eu estudo filosofia e pratico algumas terapias integrativas. Sei bem da importância de nos preocuparmos com a mente, com o corpo e com a alma para caminharmos rumo à plenitude. A busca por equilíbrio é uma constante e o autoconhecimento é o caminho”, comenta a coordenadora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

As inscrições estão abertas e os valores variam por datas, se a participação será on-line ou presencial e o setor. Saiba mais em: https://www.congressoluminarium.com.br.

Programação

O primeiro dia do evento, dia 12 de agosto, será dedicado exclusivamente aos atendimentos pessoais: são quatro salas terapêuticas em funcionamento no local do evento, o Othon Palace Hotel, em Copacabana, e duas salas de atendimento on-line. As salas terapêuticas oferecerão rodas de conversa e diferentes modalidades de terapia.

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Nos dias 13 e 14 de agosto, serão realizadas as palestras. Serão 15 palestrantes ao todo, a exemplo do médico e naturopata alemão Rüdiger Dhalke, que falará sobre os processos de cura e autocura. Dahlke é autor do best seller ‘A Doença Como Caminho’.

No dia 14, outros oito palestrantes se revezarão ao longo do dia para debater o tema Espiritualidade, Materialidade e a Consciência do Equilíbrio.

A programação completa está disponível neste link: https://www.congressoluminarium.com.br/programacao/.

Fonte: ALMT

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Wilson Santos projeto para barrar esgoto e lixo nos rios e cursos d´água

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A Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (2), o Projeto de Lei nº 295/2026 de autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSD), que cria o Programa Estadual de Proteção e Combate à Poluição de Rios e Cursos D’Água. A proposta surgiu a partir das constatações feitas na 3ª Expedição Fluvial pelo Rio Cuiabá, que percorreu cerca de 980 quilômetros entre a Barragem de Manso e o Porto Jofre, o que revelou pontos críticos de poluição, lançamento irregular de esgoto e descarte de resíduos sólidos ao longo do trajeto.

O parlamentar relatou que a expedição identificou um cenário preocupante nos trechos urbanos do Rio Cuiabá, especialmente entre Cuiabá e Várzea Grande. Segundo ele, enquanto as áreas próximas à nascente permanecem preservadas, a realidade encontrada nas regiões urbanizadas é alarmante. “Nessa nossa descida do rio, o rio está limpo. Por sinal, o Rio Manso é de uma beleza impressionante. Mas, quando nós chegamos no perímetro urbano É inacreditável. É impressionante a quantidade de eletroeletrônicos jogados no rio, geladeira, fogão, capacete, garrafa PET, pneus”, relatou.

Wilson Santos destacou que o descarte irregular de resíduos não apenas compromete a qualidade ambiental dos rios, mas também afeta diretamente a fauna aquática e a atividade pesqueira. “É um dos fatores que não só agride o rio, como também atinge o estoque pesqueiro, porque muitos peixes acabam se alimentando daqueles restos. Plásticos são engolidos, pedaços de borracha”, alertou.

Ele também chamou atenção para a situação das comunidades ribeirinhas, que convivem com a falta de acesso à água tratada – mesmo vivendo às margens dos rios. “Os ribeirinhos não têm água tratada. Vieram nos pedir poços artesianos. Eles vivem na beira do rio e não têm água tratada. É uma ironia isso”, declarou.

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Wilson Santos também propôs que a Comissão de Meio Ambiente apresente emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027 – destinando mais recursos para ações de saneamento básico e criticou a baixa participação do poder público estadual ao longo das últimas décadas. “O que o Estado tem colocado em saneamento básico é quase zero. Não é este governo, não. Há décadas o Estado vem colocando cada vez menos recursos para saneamento básico”, afirmou.

O parlamentar ainda destacou um dos principais gargalos do saneamento em Cuiabá. Para ele, apesar da ampla estrutura de coleta instalada pela concessionária responsável pelos serviços de água e esgoto, grande parte dos imóveis ainda não está conectada à rede.

“Há um problema. 70% do esgoto produzido em Cuiabá não é tratado, porque ele não chega na rede coletora. A empresa fez a rede coletora, fez novas estações de tratamento, mas o esgoto não chega para ser tratado. É preciso encontrar uma solução para fazer essa ligação da fossa séptica até a rede coletora, em condições acessíveis para a população”, defendeu.

Durante a discussão da matéria, o deputado Valmir Moretto (Republicanos) manifestou apoio ao projeto e ressaltou que a degradação dos rios não é uma realidade exclusiva da capital mato-grossense. Ele também sugeriu a ampliação da proposta para contemplar ações voltadas à recuperação e preservação de nascentes, além de solicitar participação como coautor do projeto. “Não é privilégio de Cuiabá. Todas as cidades onde o rio corta a área urbana convivem com o descaso do lixo. Precisamos de um programa de resíduos sólidos muito forte em Mato Grosso”, manifestou.

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Já o deputado Nininho (Republicanos) defendeu que parte dos recursos arrecadados com multas ambientais seja destinada à recuperação de nascentes, afluentes e margens de rios degradadas pelo assoreamento. “Esses recursos poderiam ser destinados para recuperação das nossas afluentes e dos nossos rios. Isso sim, é cuidar da água, que é a coisa mais sagrada que nós temos”, declarou.

Programa – O projeto em tramitação na ALMT, estabelece uma política estadual permanente para prevenção, controle e redução da poluição hídrica provocada pelo lançamento irregular de resíduos, esgoto e outras substâncias nocivas em rios, riachos e demais cursos d’água de Mato Grosso.

Entre os objetivos da proposta estão a proteção da qualidade da água, a recuperação de áreas degradadas, o incentivo à ampliação dos sistemas de coleta e tratamento de esgoto, a recomposição da vegetação ciliar e o fortalecimento da participação da sociedade em ações de preservação ambiental.

O texto também prevê monitoramento periódico da qualidade das águas, mapeamento de pontos críticos de poluição, apoio técnico e financeiro aos municípios, campanhas de educação ambiental e parcerias com universidades, organizações da sociedade civil e empresas ligadas às áreas de saneamento e sustentabilidade.

Fonte: ALMT – MT

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