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Juizado Ambiental de Rondonópolis promove mutirão de limpeza das margens do Córrego Arareau

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Uma data especial para responsabilidade socioambiental. No último sábado (17 de setembro) foi celebrado em cerca de 180 países o Dia Mundial da Limpeza, evento que envolve milhões de pessoas em todo planeta para realização da limpeza de resíduos em rios, córregos, municípios e comunidades.
 
O Juizado Volante Ambiental (Juvam) de Rondonópolis aproveitou a importante celebração para realizar a 8ª edição do Mutirão de Limpeza do Córrego Arareau. A ação que integra o projeto “O Rio é Nosso” percorreu toda a extensão do Ribeirão no município e reuniu mais de mil voluntários mobilizados pelo Executivo Municipal, Polícia Ambiental, Ministério Público, órgãos públicos, iniciativa privada, Ongs de proteção animal e ambiental, universitários e estudantes do Estado.
 
Reunidos desde às 6h da manhã, os voluntários arregaçaram as mangas, vestiram luvas e colocaram a mão na massa para recolher materiais plásticos, vidros, pneus e diversos tipos de resíduos depositados nas margens, e até mesmo na água, do córrego. A expectativa é de que mais de 300 toneladas de resíduos sejam recolhidos
 
A juíza responsável pelo Juvam de Rondonópolis, Milene Aparecida Pereira Beltramini, destacou a relevância de ações como essa para a conscientização da sociedade sobre a preservação ambiental. “Nós estamos aqui fazendo um efetivo trabalho de educação ambiental, pensando nos pilares da precaução e prevenção, para envolver toda coletividade na consciência sobre o lixo que ela está produzindo. Então é um trabalho pedagógico.”
 
A magistrada ressaltou também a mobilização da sociedade, que em cada edição do evento vem participando cada vez mais da ação ambiental. “Esse evento vem sempre ganhando mais colaboradores ao longo de todas as edições. Na primeira edição, recolhemos mais de 300 toneladas só no primeiro trecho do Arareau. Com o passar dos anos, a quantidade de resíduos foi diminuindo, fruto dos mutirões e da educação ambiental. E com a Pandemia, tivemos que interromper esse efetivo trabalho. Mas como bons brasileiros, estamos recomeçando e esperamos que eles sejam multiplicadores dessa ideia.”
 
Para o secretário de Meio Ambiente do município, Marcus Vinicius das Neves Lima, o mutirão é fundamental, por ser a maior atividade de educação ambiental realizada em Rondonópolis. “O envolvimento da comunidade e das instituições é muito importante. Hoje, nesses 18 pontos críticos, a gente consegue realizar a limpeza de resíduos, para que esse lixo não desague no Rio Vermelho, resultando assim na melhor qualidade ambiental dos nossos recursos hídricos.”
 
“De nada adianta os órgãos públicos se esforçarem, despenderem recursos e fazerem a limpeza se a comunidade não auxiliar. Então a peça fundamental neste ciclo é justamente a população e sua conscientização para fazer a destinação correta desse lixo”, explica o secretário.
 
De acordo com a presidente da Organização Não Governamental (Ong) Cantinho de Proteção Animal, Mirna de Castro Mendonça, a cidade limpa e consciente é uma cidade civilizada. “Estamos na oitava edição, sempre de mãos dadas com a limpeza e preservação do meio ambiente. Temos muito trabalho a ser feito, mas juntos estamos conscientizando a todos, principalmente as crianças, que são o futuro do planeta.”
 
O biólogo e voluntário pela Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), Vinícius Terra Nascimento de Oliveira, afirma que essa foi sua primeira participação na ação e que foi uma experiência muito positiva. “É muito bom a gente poder retirar essa grande quantidade de resíduos de lixo no rio. Encontrei um carretel de linha com fio de eletricidade, uns 15 kg de fio, e muito plástico, por demorar muito tempo para se degradar no meio ambiente, uma média de 600 anos. Então sinto que estou fazendo meu dever cívico, ajudando a cuidar da natureza para que no futuro tenhamos um planeta melhor”
 
Paralelo ao mutirão, também foi promovido no município um Pit Stop educativo sob o tema ‘Deposição Irregular do Lixo e Queimadas’, nas proximidades da ponte do Jardim Primavera, na Avenida Rotary Internacional,com a participação de representantes das instituições e empresas participantes do evento.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Imagem 1: Foto colorida onde parece o leito do Córrego Arareau e, às margens, a equipe recolhe os resíduos sólidos.
Imagem 2: Foto Colorida onde a aparece a juíza responsável pelo Juvam de Rondonópolis, Milene Aparecida Pereira Beltramini. Ela segura um microfone e fala ao público.
Imagem 3: Foto colorida de membros da equipe que participou da limpeza do córrego. Todos estão em pé, posam para a foto. Ao centro da imagem está um cartaz escrito “O rio é nosso. Rio limpo é responsabilidade de todos. Juntos em defesa do meio ambiente”. No cartaz ainda está uma ilustração de um rio com árvores às margens e um sol no céu.
 
 
Marco Cappelletti
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Moradores relatam falta de água e problemas no asfalto

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Durante a realização da Ouvidoria Itinerante no Centro Comunitário do bairro Asa Bela, em Várzea Grande, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Ouvidoria Geral, promoveu uma vistoria em sete bairros da região para ouvir de perto as principais demandas da população. A iniciativa integrou a programação da ação realizada no sábado (26) e teve como objetivo aproximar ainda mais a instituição da realidade vivenciada pelos moradores.A equipe da Ouvidoria percorreu os bairros Asa Bela, Asa Branca, Jardim Eldorado, Cidade de Deus, Ataíde Ferreira, Renato Santos e Alice Gonçalves, onde conversou com lideranças comunitárias e moradores para identificar problemas que afetam o cotidiano da população e necessitam de atenção do poder público.Entre as principais reclamações apresentadas à equipe do Ministério Público estão questões relacionadas ao abastecimento de água e às condições da infraestrutura viária. Os relatos apontam dificuldades enfrentadas pelos moradores devido à falta de regularidade no fornecimento de água e à deterioração de ruas e avenidas, situação que compromete a mobilidade e a segurança de motoristas, ciclistas e pedestres.“Vamos encaminhar diretamente para a Secretaria de Infraestrutura da prefeitura de Várzea Grande, porque realmente esses sete bairros precisam de manutenção no asfalto”, destacou a procuradora de Justiça e ouvidora-geral do MPMT, Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos.Durante as visitas, moradores destacaram que alguns dos trechos com problemas na pavimentação já foram palco de acidentes graves, inclusive com registro de mortes, reforçando a necessidade de intervenções que garantam mais segurança à população.“O problema do bairro é infraestrutura e falta de águas. As ruas estão com muitos buracos e nós já tivemos acidentes com morte por aqui. Nós procuramos a Ouvidoria do Ministério Público pra fazer esse canal com o Poder Público”, asseverou o vice-presidente da Associação de Moradores do Asa Bela, Teodoro Monge de Arruda.A vistoria integra a proposta da Ouvidoria Itinerante de levar o Ministério Público para mais perto das comunidades, ampliando os canais de comunicação com a sociedade e possibilitando que as demandas locais sejam acompanhadas diretamente pela instituição. A partir das informações coletadas durante as visitas, serão adotadas as medidas cabíveis para análise e encaminhamento das questões apresentadas pelos moradores.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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