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Mais de 700 crianças recebem atividades lúdicas do Detran sobre educação para o trânsito

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Mais de 700 crianças de escolas de Cuiabá e Várzea Grande participaram, ao longo da semana, de palestras e atividades interativas promovidas pela Coordenadoria de Ações Educativas de Trânsito do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). As atividades fizeram parte da semana especial em comemoração ao Dia das Crianças, com objetivo de sensibilizar o público infanto-juvenil para os cuidados no trânsito.

Conforme a coordenadora de Ações Educativas de Trânsito do Detran, Gresiella Almeida, nas ações foram repassadas informações às crianças sobre condutas seguras no trânsito, cores das placas e sinalização, importância da travessia na faixa de pedestre e do uso dos dispositivos de segurança nos veículos, como a cadeirinha e assento de elevação, uso dos equipamentos de contenção de segurança para bicicleta, entre outras informações.

“Também sensibilizamos os professores para uma conduta segura no momento da chegada e saída da criança na escola. Agora nossa intenção é dialogar com os pais para fortalecer esse trabalho preventivo para um trânsito mais seguro”, observou. 

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A coordenadora pedagógica da creche municipal Santa Inês, no bairro Poção, Alcimare Brandão de Oliveira, falou sobre a ação educativa recebida na unidade escolar.

“A ação abordou de forma lúdica sobre as regras e normas que tanto pedestre como veículos devem seguir no trânsito. Agradecemos a equipe pela ação realizada com os alunos e por trazer essa sensibilização da importância da preservação da vida, com o respeito no trânsito”, falou.

O encerramento da “Semana Especial Criança Segura no Trânsito” foi nesta sexta-feira (14.10), no CMEI Joanita Campos, no bairro Jardim Eldorado, em Várzea Grande.

Fonte: GOV MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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