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Polícia Militar prende três pessoas por tumulto e incitação à violência na Arena Pantanal

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A Polícia Militar prendeu em flagrante dois homens, ambos de 34 anos, e uma mulher de 41 anos por tumulto, incitação de violência e invasão de local restrito em eventos esportivos, na noite deste domingo (23.10). Os crimes foram cometidos após a partida entre Cuiabá e Goiás, válida pelo Campeonato Brasileiro Série A, na Arena Pantanal.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 19h25 os policiais militares do 10º Batalhão foram acionados após cerca de 100 integrantes de uma torcida organizada invadiram o subsolo do setor Sul do estádio, após o jogo que resultou na derrota do Cuiabá por 2 a 1. 

Em todo o tempo, os torcedores cantaram gritos de incitação à violência e deram socos e pontapés nos veículos dos jogadores do time de Cuiabá. Grande parte da torcida foi contida em ação conjunta da Força Tática, Cavalaria e do policiamento do 1º Comando Regional.

No entanto, três torcedores desrespeitaram as ordens de saída do espaço destinado aos atletas e comissão técnica, apresentando resistência, sendo necessário serem conduzidos pela equipe policial.

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Os suspeitos foram encaminhados para a Central de Flagrantes, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis. De acordo com o Estatuto do Torcedor, o crime de promover tumulto ou incitar violência pode levar a autuação de multas ou reclusão de um a dois anos.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Polícia Civil indicia padrasto por estupro de vulnerável e maus-tratos contra crianças em Confresa

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A Polícia Civil concluiu, nesta sexta-feira (22.5), o inquérito policial que apurou crimes de estupro de vulnerável e maus-tratos praticados contra crianças e adolescentes, em Confresa. A investigação foi conduzida pelo Núcleo Especializado de Atendimento à Mulher e Vulneráveis da delegacia do município e resultou no indiciamento de um homem pelos crimes apurados, além da responsabilização da mãe das vítimas por omissão imprópria.

O trabalho investigativo foi concluído em cinco dias, após intensa coleta de elementos probatórios, depoimentos, relatórios técnicos, exames periciais e diligências realizadas pela equipe policial desde o registro da ocorrência, no último sábado (18.5).

As investigações apontaram que uma jovem, atualmente com 19 anos, sofria abusos sexuais cometidos pelo padrasto desde os quatro anos de idade. Conforme apurado, os crimes ocorreram de forma contínua, mediante ameaças, agressões físicas e intimidação.

Além da violência sexual, os policiais identificaram um cenário de graves violações contra os demais filhos da família, incluindo duas crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) não verbal, de 6 e 11 anos.

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Relatórios técnicos, oitivas e exames apontaram que as vítimas viviam em situação severa de negligência, com privação de alimentos, ausência de medicamentos básicos, agressões físicas recorrentes e condições extremas de insalubridade dentro da residência.

Durante as diligências iniciais, a equipe policial também realizou a prisão em flagrante do principal investigado por posse ilegal de arma de fogo e munições. Na ação, foram apreendidas armas de fogo, munições de diversos calibres e armamento mantido em local de fácil acesso dentro da residência, expondo as crianças a risco iminente.

Mesmo após a liberação do investigado em audiência de custódia pelos crimes relacionados às armas, a Polícia Civil deu continuidade às investigações dos crimes de natureza sexual e violência doméstica, concluindo o inquérito policial dentro do prazo de cinco dias.

Com base nas provas reunidas, a autoridade policial indiciou o padrasto pelos crimes de estupro de vulnerável, de forma continuada, e maus-tratos. Já a mãe das vítimas foi indiciada por estupro de vulnerável e maus-tratos na modalidade omissão imprópria, uma vez que as investigações apontaram que ela tinha conhecimento das violências praticadas e deixou de agir para proteger os filhos.

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Para garantir a integridade física e psicológica das vítimas, foram representadas medidas protetivas de urgência, já deferidas pelo Poder Judiciário, proibindo qualquer aproximação dos investigados.

Os autos do inquérito policial foram encaminhados ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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