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Prefeito enaltece sucesso do Festival de Siriri de Cuiabá
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O sucesso alcançado nos três dias da 14ª Edição do Festival de Siriri, realizado no último fim de semana na capital, com o registro de 18 mil pessoas no Parque de Exposições da Acrimat, foi evidenciado pelo prefeito Emanuel Pinheiro, durante a Live semanal desta terça-feira (25). A estimativa é da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, responsável pela promoção de um dos maiores eventos de manifestação da cultura cuiabana.
“Quero aqui registrar o meu agradecimento ao secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Aluízio Leite e sua valorosa equipe, que não mediram esforços e retomaram um evento que retrata a verdade identidade cultural. Foi uma grande festa, de muita alegria e apresentações da cultura regional e popular”, disse o chefe do Executivo Municipal, prefeito Emanuel Pinheiro.
O Festival que ficou suspenso em razão da pandemia do coronavírus resgata e impulsiona o significado de ser cuiabano. Ao longo de sua trajetória de 13 edições já realizadas, as festividades vêm se aperfeiçoando, possibilitando uma maior visibilidade e valorização aos artistas locais.
Nem mesmo o tempo chuvoso conseguiu atrapalhar o evento, pontuou o prefeito. “Muitos dizem que cuiabano não sai de casa em dias de chuva. No entanto, eles demonstraram que valorizam e apoiam a nossa cultura. O Festival de Siriri é uma grande vitrine do que Cuiabá tem mais rico e belo, que é a tradição. A dança do Siriri e do Cururu, arrasta multidões. Tenho orgulho em dizer que sou daqui e aqui que eu quero ficar. O meu muito obrigado, a toda população, que atendeu as nossas expectativas e marcaram presença”, acrescentou.
Os instrumentos tradicionais do siriri são a viola de cocho, instrumento típico do Mato Grosso, feitos artesanalmente a partir de um tronco de madeira inteiriça; o ganzá, tipo de chocalho; e o mocho (ou tamboril), instrumento de percussão feito em madeira e semelhante a um banco. É uma dança de vários passos, entre homens e mulheres, que envolvem bater palmas e pés, estalar os dedos, colocar as mãos na cintura, girar, entre outros. Em alguns movimentos, os dançarinos parecem estar brincando. “É isso que queremos, que essa tradição, que vai passando de geração em geração, permaneça, transformando em uma grande transformação social. Apoiamos toda e qualquer ação que resgate a cultura, valores e costumes do jeito de ser cuiabano”, elencou Pinheiro.
Se apresentaram no 14º Festival de Siriri de Cuiabá os grupos: Coração Franciscano; Flor do Campo; Raízes Cuiabanas; São Gonçalo Beira Rio; Flor de Atalaia; Siriri Buriti do Cerrado; Siriri Elétrico; Flor Serrana; Voa Tuiuiú; e Flor Ribeirinha.
O evento foi coordenado pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, contou com o apoio da instituição privada Energisa.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT
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Projeto esportivo em Cuiabá aposta no futebol para transformar vidas de crianças
O projeto Bom de Bola, Bom de Escola realizou, no início da noite desta sexta-feira, o lançamento das atividades no miniestádio do bairro Pedregal, em Cuiabá. O encontro reuniu alunos, familiares, professores e coordenadores para apresentar o funcionamento das aulas, os critérios de participação e a equipe responsável pelo acompanhamento de cerca de 600 alunos-atletas atendidos pelo programa, distribuídos em quatro polos da capital: Pedregal, Pedra 90, CPA IV e Três Barras, nesta sexta-feira (3).
Os treinamentos no Pedregal começam na próxima segunda-feira (6). A primeira semana será destinada à entrega de uniformes, organização das turmas, conferência de horários e dos tamanhos dos materiais esportivos. Durante o período de férias escolares, a coordenação informou que não haverá cobrança de frequência dos participantes que estiverem viajando ou impossibilitados de comparecer.
A comunicação com os alunos e responsáveis será feita exclusivamente por grupos de WhatsApp, onde serão repassadas informações sobre horários, eventuais alterações nas atividades e demais orientações do projeto.
Coordenador de projetos do Instituto Dourado e do Cuiabá Esporte Clube, Roney Schultze explicou que o projeto alia a prática esportiva à formação educacional e cidadã, tendo como principal objetivo promover inclusão social por meio do futebol.
“O futebol é uma importante ferramenta para alcançarmos objetivos sociais. Ele promove inclusão, integração e desenvolvimento, além de despertar o interesse das crianças. Nosso foco principal é formar cidadãos, sem deixar de oferecer oportunidades para que talentos sejam identificados e possam seguir carreira no esporte”, afirmou.
Segundo Schultze, o Instituto Dourado atua como braço social do Cuiabá Esporte Clube, sendo responsável pela gestão dos projetos sociais desenvolvidos em parceria com o clube.
Durante a reunião com pais e alunos, o coordenador também destacou que a permanência no projeto dependerá do comprometimento dos participantes tanto nos treinamentos quanto na escola. A frequência mínima exigida é de 75%, além da apresentação do boletim escolar e do acompanhamento da assiduidade nas aulas.
“O talento é importante, mas a disciplina também. Vamos acompanhar a frequência escolar, o rendimento dos alunos e o comprometimento dentro do projeto. Queremos formar cidadãos e atletas responsáveis”, ressaltou.
Ele informou ainda que os participantes receberão uniforme completo, bolas e squeezes fornecidos por parceiros do projeto. Os materiais permanecerão com os alunos que cumprirem os critérios de participação e frequência estabelecidos.
Formação dentro e fora de campo
Professor do projeto, Yuri Melo explicou que a metodologia vai além do ensino dos fundamentos do futebol.
“O trabalho começa pelo desenvolvimento socioafetivo e motor dos alunos. Também acompanhamos o desempenho escolar, a frequência e o comportamento, sempre em parceria com as escolas e com as famílias. Nosso objetivo é formar cidadãos disciplinados. O desenvolvimento técnico acontece como consequência desse processo”, afirmou.
Segundo o professor, as categorias mais novas terão prioridade no desenvolvimento psicomotor, enquanto os alunos mais velhos passarão gradativamente pelo ensino dos fundamentos do futebol.
Também integrante da equipe técnica, o professor Odil Soares, ex-jogador profissional, destacou a importância da participação das famílias.
“Esperamos construir uma boa parceria entre professores, pais e alunos para contribuir na formação desses jovens. Nosso compromisso é oferecer o melhor trabalho possível durante todo o projeto”, disse.
O professor Moisés, formado em Educação Física, reforçou que o acompanhamento familiar será fundamental para a evolução dos participantes.
“Queremos que os pais acompanhem de perto o desenvolvimento dos filhos. Vamos trabalhar com dedicação, respeitando os sonhos de cada criança e incentivando seu crescimento dentro e fora do esporte”, afirmou.
Sonho de crescer no futebol
Entre os alunos, a expectativa para o início das atividades é grande. O estudante Pedro Henrique, que atua como zagueiro, afirmou que pretende aproveitar a oportunidade para buscar uma vaga nas categorias de base.
“Meu sonho é entrar em um clube de base. Vou continuar estudando e treinando para isso”, disse.
O aluno Enzo Gabriel espera evoluir tecnicamente durante as aulas.
“Quero jogar bola e melhorar”, resumiu.
Já Davi Armando, de nove anos, acredita que o projeto poderá ajudá-lo a alcançar o sonho de atuar no futebol profissional.
“Quero crescer no futebol e um dia jogar na Europa. Acho que o projeto pode me ajudar porque tem professores bons e disciplina”, afirmou.
Expectativa das famílias
A servidora pública Edileide Vânia de Almeida Santos, mãe de um dos participantes, vê na iniciativa uma oportunidade de desenvolvimento para as crianças.
“A expectativa é muito grande. Esperamos que daqui saiam jovens com um futuro melhor e que o projeto ajude a desenvolver o potencial deles”, disse.
A diarista Ivonete Pereira de Lima, avó de um dos alunos, contou que incentiva o neto a participar de projetos esportivos.
“Ele sonha em ser jogador de futebol, e nós acreditamos que essas oportunidades podem abrir caminhos para o futuro dele”, afirmou.
Esporte como ferramenta de inclusão
Presente no lançamento, a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento social de crianças e adolescentes.
“O esporte ajuda a afastar crianças e adolescentes de situações de vulnerabilidade e incentiva a permanência na escola. O próprio nome do projeto reforça essa proposta: ser bom de bola, mas também ser bom de escola. Nosso objetivo é contribuir para a formação de cidadãos preparados para o futuro”, afirmou.
O lançamento no Pedregal foi o terceiro realizado pelo projeto. A programação será concluída neste sábado (4), às 9h, com o encontro de apresentação no polo do bairro Três Barras.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT


