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A presidente e o corregedor eleitos para o biênio 23/24 se reúnem para debater ações da nova gestão

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A presidente eleita do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Clarice Claudino da Silva e o corregedor-geral da justiça eleito, o desembargador Juvenal Pereira da Silva e suas respectivas equipes se reuniram nesta quinta-feira (01/12), na sala de reuniões da Corregedoria, para discutir estratégias e ações para a nova gestão.
 
“Neste começo o diálogo será extremamente necessário e positivo para conseguirmos superar todos os desafios de uma forma unida e comprometida. O importante é falarmos a mesma língua nesses dois anos de gestão”, disse a desembargadora Clarice Claudino. Mesmo pensamento do corregedor eleito, que complementou que ambos estão trabalhando para prestar o melhor serviço à sociedade. “Nada de bom deve ser descontinuado ou perdido. Temos um objetivo em comum: que é mostrar a sociedade que nossos trabalhos são feitos e voltados para os jurisdicionados”.
 
Durante o encontro o coordenador da Corregedoria, Flávio Paiva Pinto, destacou que um dos desafios dessa nova gestão será conquistar selo Diamante no Prêmio CNJ. “Atualmente somos Ouro e um grande desafio será chegar a Diamante, reconhecimento de um Tribunal de Justiça de ponta do país. Para conseguir isso nesses dois anos teremos diversas tarefas a serem cumpridas. Para tanto a Corregedoria propõe o trabalho em seis eixos: gestão de dados, gestão do foro extrajudicial, Justiça e cidadania, CNJ e gestão da performance do Primeiro Grau”, destacou.
 
O coordenador também apresentou algumas das ações de sucesso da Corregedoria como os núcleos da Justiça 4.0. “Atualmente o Poder Judiciário conta com seis núcleos: Núcleo de Justiça Digital de Execuções Fiscais Estaduais, Núcleo de Justiça Digital de Direito Bancário, Núcleo de Monitoramento do Perfil de Demandas (Numopede), Núcleo de Atuação Estratégica (NAE), Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO) e Núcleo de Justiça Digital dos Juizados Especiais. A pandemia contribuiu e muito para a transformação digital do TJMT e os núcleos são importantes ferramentas neste processo”.
 
Também participaram da reunião os juízes auxiliares da presidência no próximo biênio, Tulio Duailibi Alves Souza e Agamenon Alcântara Moreno Júnior, os juízes auxiliares da Corregedoria, Lídio Modesto da Silva Filho e Emerson Luis Pereira Cajango, bem como a próxima diretora-geral, Euzeni Paiva de Paula e a vice-dg, Claudenice Deijany Farias de Costa e a assessora especial da Corregedoria, Kelly Patrícia da Silva Souza Assumpção.
 
#ParaTodosVerem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Imagem colorida. Equipes dispostas na mesa de reuniões. Do lado esquerdo os quatro juízes auxiliares citados. Todos estão de terno. No fim da mesa a presidente, que usa vestido preto e ao lado dela (direito), o corregedor. Aparecem ainda na foto, a assessora da Corregedoria com blazer creme, o coordenador que fala aos participantes e a assessora dele.
 
Larissa Klein/ Foto Adilson Cunha
Assessoria de Imprensa CGJ
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TAC garante encerramento de lixão e recuperação ambiental

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Querência, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no dia 31 de agosto, com o Município para garantir uma solução definitiva para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, o encerramento do antigo lixão municipal e a recuperação ambiental da área degradada.A atuação ministerial teve início em 2013, quando foi instaurado inquérito civil para apurar irregularidades no gerenciamento e na destinação final dos resíduos sólidos no município. Naquele mesmo ano, vistoria realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) constatou a disposição inadequada de resíduos em lixão a céu aberto, sem impermeabilização do solo, com infiltração de chorume, ocorrência de queimadas e presença de catadores no local.Mesmo após diversas tentativas de resolução extrajudicial, a situação persistiu. Diante disso, o Ministério Público ingressou, em 2020, com uma ação civil pública visando interromper a disposição irregular dos resíduos, assegurar a destinação ambientalmente adequada e promover a recuperação da área degradada.Nos últimos anos, o município passou a encaminhar os resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado localizado em Água Boa, medida que representou um importante avanço na política de gestão de resíduos. Contudo, segundo o MPMT, a mudança da destinação final não elimina os passivos ambientais acumulados ao longo de décadas de utilização do lixão, tornando necessárias ações para o encerramento técnico da área e sua recuperação ambiental.Foi nesse contexto que o Ministério Público e o Município construíram uma solução consensual voltada à reorganização da política municipal de resíduos sólidos. O TAC estabelece obrigações específicas, responsáveis, cronograma de execução, mecanismos de fiscalização e prazos para a implementação das medidas.Entre as ações previstas estão o encerramento definitivo do lixão, a elaboração de diagnóstico ambiental e do Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a regularização e o licenciamento da estrutura de transbordo dos resíduos, a manutenção da destinação final em aterro sanitário licenciado, o fortalecimento da coleta seletiva, a inclusão socioprodutiva dos catadores, o desenvolvimento de ações de logística reversa e a avaliação da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de limpeza urbana.O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar para coordenar e acompanhar a execução das medidas, além do cumprimento de etapas condicionadas aos processos de licenciamento e aprovação ambiental.Para garantir a efetividade do TAC, a 1ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo específico para monitorar o cumprimento das obrigações assumidas. Também foi elaborado um controle detalhado dos prazos, que será compartilhado com o Município e com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para acompanhamento e fiscalização das ações.Segundo a promotora de Justiça Daniela Moreira Augusto, o objetivo é solucionar de forma definitiva um problema ambiental que se arrasta há mais de uma década.“O TAC foi construído para ser efetivamente cumprido. Não se trata apenas de encerrar um processo ou de impedir o descarte de resíduos em determinado local. O encerramento de um lixão exige uma série de medidas, como a recuperação da área degradada, a mitigação dos passivos ambientais e a estruturação adequada do sistema de transbordo. Por isso, optamos por um acordo estrutural, com obrigações concretas, responsáveis definidos, prazos estabelecidos e acompanhamento permanente”, destacou.O cumprimento das obrigações será fiscalizado pelo Ministério Público, com participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O TAC prevê ainda a apresentação de relatórios bimestrais de acompanhamento e estabelece multa diária em caso de descumprimento injustificado, sem prejuízo da adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.Com a formalização do acordo, o MPMT busca assegurar a execução de ações concretas para o encerramento definitivo do lixão, a recuperação ambiental da área degradada e a consolidação de um sistema municipal de manejo de resíduos sólidos ambientalmente adequado, sustentável e alinhado à legislação vigente.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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