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Contribuintes podem esclarecer suas dúvidas por e-mail e presencial durante plantão fiscal

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A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, por meio da Gerência Norte de Atendimento, Assistência e Suporte ao Cliente (Gran), criou o Serviço de Plantão Fiscal presencial e por e-mail para atender melhor os contribuintes. Dessa forma, qualquer cidadão pode solucionar suas dúvidas em relação à legislação tributária enviando e-mail para os responsáveis do plantão fiscal, a qualquer hora do dia e, presencialmente, das 09h às 17h, de segunda a sexta-feira.

O gerente regional da Gran, Gabriel Batista da Cruz, explica que a novidade veio como fortalecimento do atendimento ao contribuinte. De acordo com ele, a partir da criação da Secretaria Adjunta de Atendimento ao Cliente no ano passado, o foco principal da Sefaz passou a ser a satisfação do contribuinte com o atendimento. Pensando nisso, a Gran, que já atende a região de Sinop e Sorriso, melhorou sua estrutura e instalou o serviço de plantão também no município de Alta Floresta.

“Foi estendido o Plantão Fiscal para a região de Alta Floresta, abrangendo 11 municípios, que são: Alta Floresta, Paranaíta, Nova Monte Verde, Apiacás, Nova Bandeirantes, Carlinda, Nova Guaríta, Nova Canaã, Colíder, Novo Mundo e Guarantã do Norte. Expandimos o atendimento para essa região em função de ser uma região de grande potencial para o Estado e que antes não era atendido. Portanto, por questão de igualdade com as outras regiões nós resolvemos expandir tal atendimento”, explica.

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Cruz ressalta que o atendimento do Plantão Fiscal por telefone deixa de existir, mas que as Agências Fazendárias continuam atendendo por telefone normalmente. Pontua, ainda, que o atendimento do Plantão Fiscal funciona por polos regionais e abrange 36 municípios, sendo que em cada polo existem fisicamente os servidores habilitados, designados especificamente para responder as demandas que surgirem.

O contribuinte, contador ou qualquer cidadão que pertença a alguma cidade dentro dessas regiões pode procurar a Sefaz via e-mail ou pessoalmente com as dúvidas formuladas por escrito, e o servidor responsável responderá em no máximo 48 horas.

Fonte: GOV MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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