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Emanuel fecha 6º ano de mandato com 74,2% de aprovação dos cuiabanos; HMC e Educação são os mais lembrados

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Fechando o 6º ano de mandato em dezembro deste ano, o prefeito  de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, mais uma vez tem a aprovação da população cuiabana. O levantamento quantitativo foi realizado pelo instituto de pesquisa Percent  e aponta o gestor com 74,2% de aprovação e superando os prefeitos de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Ainda, a gestão Pinheiro recebe 65% de aprovação entre ótimo e bom.

“É com muita alegria que recebo essa aprovação da população cuiabana. Quando assumi Cuiabá em 2017, tínhamos uma cidade com muitos problemas, pessoas nos corredores de hospitais, escolas sem a mínima estrutura de funcionamento, além de não ter nenhuma obra estruturante que valorizasse a capital. Hoje, podemos ver uma cidade mais moderna e melhor para se viver.  Iremos entregar uma das maiores obras da capital que é o Contorno Leste, que vai impactar na vida de mais de 200 mil cuiabanos. Quero agradecer a todos os servidores, porque, eu não faço esse trabalho sozinho, faço com vocês que estão representando a nossa gestão em todas as áreas. Muito obrigado Cuiabá, pelo carinho e reconhecimento”, declarou o prefeito da capital.

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Conforme a pesquisa, as áreas da Educação e de atendimento humanizado prestado pelo novo Pronto Socorro de Cuiabá, colaboraram para a pesquisa satisfatória.  O instituto Percent, verificou que 65% das famílias consultadas pelos pesquisadores consideram o ensino básico entre escolas e creches do município como excelente.

A pesquisa foi realizada presencialmente com 600 entrevistados entre os dias 23 e 26 de novembro na capital. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Prefeito e secretário encaminham projeto à Câmara para permitir renovação de contratos da Educação

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e o secretário municipal de Educação, Reginaldo Alves Teixeira, encaminharam à Câmara Municipal um projeto de lei que amplia o prazo para contratação temporária de profissionais da Rede Municipal de Ensino. A proposta busca permitir a renovação de contratos e reduzir a necessidade de realização recorrente de processos seletivos, garantindo maior continuidade aos serviços educacionais. O Projeto de Lei nº 383/2026 foi protocolado pelo Executivo em 24 de agosto.

O prefeito Abilio Brunini destacou que a proposta busca evitar a realização de processos seletivos todos os anos para atender a uma necessidade que permanece na Rede Municipal de Ensino. “Eu tenho o desejo de evitar que fique fazendo processo seletivo todos os anos. Nós vamos fazer um processo seletivo, vale contrato dois anos, a gente renova e depois faz um processo seletivo novo”, afirmou. Segundo ele, a medida permite dar maior estabilidade ao planejamento da Educação, sem deixar de cumprir a exigência de realização de concurso público.

A proposta altera a Lei Municipal nº 4.424, de 2003, que regulamenta as contratações temporárias por excepcional interesse público. Pelo texto, os contratos enquadrados na hipótese de contratação de professores substitutos e visitantes poderão ter duração de até 18 meses, com possibilidade de uma única prorrogação por igual período, alcançando o limite máximo de 36 meses. A mudança também prevê a aplicação da nova regra aos contratos temporários vigentes e aos processos seletivos simplificados ainda dentro do prazo de validade, desde que atendidos os requisitos legais.

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Durante conversa sobre a medida, o prefeito destacou que pretende evitar a realização de novos processos seletivos todos os anos quando a necessidade de profissionais permanece. “Eu tenho o desejo de evitar que fique fazendo processo seletivo todos os anos. Nós vamos fazer um processo seletivo, vale contrato dois anos, a gente renova e depois faz um processo seletivo novo”, afirmou Abilio, ao explicar que a mudança também será acompanhada dos estudos necessários para a realização de concurso público na Educação.

Segundo o secretário Reginaldo, a equipe técnica da Secretaria de Educação realizou estudos e buscou orientação jurídica para estruturar a proposta. A Secretaria havia encaminhado à Procuradoria-Geral do Município uma solicitação para analisar a alteração da legislação e a possibilidade de aplicar a nova sistemática aos contratos e processos seletivos em andamento.

O secretário municipal de Educação, Reginaldo Alves Teixeira, ressaltou que, paralelamente à proposta de alteração da legislação, já está em andamento o planejamento para a realização de concurso público na Educação. “Em paralelo, a gente está fazendo um estudo também para continuar aí com o concurso público, que é uma exigência aí já faz há bastante tempo, e a gente está fazendo esse estudo”, afirmou. Ele explicou que, enquanto o concurso é estruturado, a Secretaria trabalha para viabilizar a renovação dos contratos dos profissionais selecionados, caso a Câmara aprove a alteração legislativa.

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A justificativa administrativa aponta que a realização sucessiva de processos seletivos exige mobilização de equipes para elaboração de editais, inscrições, análise documental, recursos, homologação, convocação, contratação, cadastramento, atribuição e lotação. A repetição desses procedimentos também gera custos e pode provocar dificuldades na organização das unidades e no início dos períodos letivos.

Para os professores, a Secretaria destaca ainda o impacto pedagógico da continuidade dos profissionais. A permanência durante o período em que existir a necessidade temporária contribui para preservar o planejamento, acompanhar a aprendizagem dos estudantes e manter a integração entre docentes, equipes gestoras e comunidade escolar.

A proposta, no entanto, não garante a renovação automática dos contratos. O texto estabelece que a prorrogação dependerá da necessidade da Administração, da permanência da situação temporária de excepcional interesse público, da disponibilidade orçamentária e financeira e do cumprimento dos demais requisitos legais.

O projeto também deixa claro que a ampliação do prazo não transforma os contratos temporários em vínculos permanentes e não substitui o concurso público como forma de ingresso efetivo no serviço público. A Prefeitura informou que, paralelamente à tramitação da proposta, a Secretaria de Educação trabalha em estudos para avançar na realização de concurso público para a área.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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