MATO GROSSO
Governo já investiu mais de R$ 108 milhões na obra do Hospital Central
MATO GROSSO
O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), já investiu mais de R$ 108 milhões na obra do Hospital Central, em Cuiabá. Ainda está previsto um aporte financeiro de R$ 53,6 milhões para a conclusão da unidade, que deve estar disponível para a população no primeiro semestre de 2023.
Até o momento, foi executado 66% do novo projeto, aproveitando a estrutura que esteve abandonada durante 34 anos. A titular da SES, Kelluby de Oliveira, avalia positivamente o andamento da obra, ressaltando a importância do hospital para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
“O hospital ficou paralisado por três décadas. A atual gestão do Governo do Estado o resgatou e hoje estamos construindo um dos maiores e mais modernos do Estado. Nosso objetivo, com esse resgate, é promover um atendimento ágil e eficiente aos pacientes”, destaca Kelluby.
Conforme o superintendente de obras em exercício, Lucas Barbosa, a obra segue avançando, mesmo que tenha passado por aditivos. “É comum haver aditivos durante o percurso de uma obra, tendo em vista a oscilação de valores no mercado da construção civil. O importante é que o fluxo do trabalho segue conforme o programado e avançando para a sua conclusão”, ressalta.
Até o momento, já foram realizados procedimentos de terraplanagem, serviço de sondagem para a central de água fria e reservatório, muro de divisa, rede de esgoto, demolição das alvenarias, reboco, cerâmica, fundação do prédio novo, caixa d’água e contrapiso do prédio existente; recuperação dos pilares, vigas de junta de dilatação e laje do prédio existente; impermeabilização, fundação do prédio novo, estrutura metálica, recuperação estrutural do prédio antigo (pilares, lajes, vigas, vigas baldrames e reforços) e drenagem de águas pluviais.
Estão em andamento instalações como de grupo geradores, SPDA (malha de aterramento e descidas), prevenção e combate a incêndio, rede de gás medicinal, elevadores, casa de máquinas, piso, parede de dry wall, esquadrias, bancadas, divisórias, pele de vidro, infraestrutura hidrossanitária e elétrica de baixa tensão, drenagem de ar condicionado, cabeamento estruturado, tanques de reservatórios e ar condicionado central, além do revestimento de parede.
A unidade terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames por mês. O novo projeto prevê 10 salas cirúrgicas, 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria. Além disso, a unidade de alta complexidade vai dispor um total de 290 leitos voltados para o atendimento de toda a população mato-grossense.
Dentre as especialidades previstas para o Hospital Central, estão cardiologia, neurologia, vascular, ortopedia, otorrinolaringologia, urologia, ginecologia, infectologia e cirurgia geral.
Histórico – A obra do Hospital Central foi lançada em 1984. O objetivo era proporcionar um atendimento de referência em alta complexidade nas especialidades de traumatologia e ortopedia, além de urgência e emergência de trauma. Contudo, foi paralisada três anos depois, em 1987.
Em novembro de 2019, o Governo do Estado apresentou um novo projeto para a estrutura do Hospital Central e lançou o edital seguido dos trâmites licitatórios. A assinatura do contrato para o início das obras ocorreu em outubro de 2020 e, desde então, as equipes trabalham para a entrega da unidade de saúde à população mato-grossense.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Governo de MT e Rumo inauguram 1º trecho da Ferrovia Estadual: “Mato Grosso é um exemplo do que o Brasil pode fazer”, afirma governador
O Governo de Mato Grosso e a Rumo inauguraram, neste sábado (20.6), o primeiro trecho da 1ª Ferrovia Estadual de Mato Grosso. São 162 quilômetros de extensão, ligando Rondonópolis ao novo terminal ferroviário instalado na BR-070, em Dom Aquino, com investimento de R$ 5 bilhões nesta primeira etapa.
Considerada a maior ferrovia em execução no Brasil, o projeto terá 740 quilômetros de extensão quando concluído, conectando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, passando por 16 municípios mato-grossenses e com ramal previsto para Cuiabá.
Durante a entrega, o governador Otaviano Pivetta destacou o papel do Governo de Mato Grosso na criação das condições para o desenvolvimento econômico do Estado.
“Mato Grosso é um exemplo do que o Brasil pode fazer. Enquanto a Rumo construiu 162 quilômetros de ferrovia, nós vamos concluir mais de 7 mil quilômetros de asfalto novo nas rodovias estaduais até o final do ano. Investimos R$ 28 bilhões em infraestrutura para melhorar a vida do nosso povo”, afirmou.
Ele também ressaltou os avanços fiscais e institucionais do Estado nos últimos anos.
“Recebemos um Estado considerado insolvente e hoje Mato Grosso tem nota triplo A há três anos. Saímos das últimas posições na educação e hoje estamos entre os melhores do país. Quando o governo faz o dever de casa, o desenvolvimento acontece”, completou.
O presidente da Rumo, Pedro Palma, destacou a construção conjunta do projeto.
“A visão de futuro é importante, mas ela não basta. É preciso conhecimento, parceria e coragem para transformar projetos em realidade. O modelo criado por Mato Grosso foi fundamental para que esse investimento saísse do papel e chegasse até aqui”, destacou.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou a importância da ferrovia para a competitividade da produção brasileira.
“Essa ferrovia liga Mato Grosso ao Porto de Santos, reduzindo custos logísticos e aumentando a competitividade da produção brasileira. A ferrovia melhora o transporte, ajuda o meio ambiente, reduz custos e impulsiona o desenvolvimento econômico do país”, disse.
O presidente do conselho de administração da Cosan, Rubens Ometto, ressaltou o impacto da integração logística.
“É uma parceria que mostra o que o Brasil é capaz de fazer quando iniciativa privada e poder público trabalham juntos. Esse projeto conecta a produção de Mato Grosso ao Porto de Santos e ao mundo. É a verdadeira ferrovia do grão, que também traz fertilizantes, exporta algodão e movimenta a indústria do etanol. Essa entrega representa muito mais do que novos trilhos, gera empregos e cria condições para que as pessoas construam aqui as suas vidas”, pontuou.
O ministro dos Transportes, George Santoro, parabenizou os envolvidos. “Essa obra representa um avanço importante para a logística do país e para o setor produtivo”, disse.
Terminal Ferroviário
As obras tiveram início em novembro de 2022 e mobilizaram mais de 65 empresas contratadas e cerca de 5 mil trabalhadores. Somente na construção do terminal, foram gerados mais de 800 empregos diretos e indiretos.
Para o prefeito de Dom Aquino, Carlim Amarelo, a chegada da ferrovia representa uma transformação regional.
“Estamos diante de uma obra que fortalece Mato Grosso e muda a história da nossa região. Dom Aquino passa a integrar uma importante rota logística nacional, ampliando oportunidades para produtores, empresas e para toda a população”, afirmou.
A cerimônia contou com a presença de autoridades federais, estaduais e municipais, entre elas senadores, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos da região, empresários, representantes do setor produtivo e outras lideranças.
Fonte: Governo MT – MT

