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Em ação especial de Natal, Verde Novo distribui mudas à população cuiabana na Praça Alencastro

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O Projeto Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, realizou uma ação especial de Natal na manhã de quarta-feira (14 de dezembro) na Praça Alencastro, no Centro de Cuiabá, com a distribuição de 500 mudas à população que transitava pelo local.
 
A equipe do projeto montou uma árvore de natal composta por mudas de árvores nativas e frutíferas, que foram distribuídas gratuitamente e agradaram muito os presenteados.
 
“Achei um projeto espetacular, no sentido de incentivar nossa cidade a continuar verde. Eu tenho um especial carinho pela natureza, o que estiver ao meu alcance de colaborar e manter a natureza, os animais e os seres humanos em harmonia, estou disposta”, disse a geógrafa Dilce S. Josetti Borges, moradora do Edifício Maria Joaquina, no centro histórico de Cuiabá.
 
Dilce pegou uma muda de amora e vai presentear sua mãe com a planta, que se juntará a outras árvores frutíferas plantadas no quintal da casa, também localizada na região central.
 
O vigilante Gilson Paulino Ferreira também aprovou a iniciativa do Judiciário. “Achei muito legal. Aqui é um lugar onde passam muitas pessoas, que podem levar as mudas e plantar em um lugar que necessita de uma árvore, inclusive estou levando uma”, afirmou, exibindo a muda de amora que ganhou e que será plantada em sua casa, no bairro Altos do Cerrado.
 
As mudas de maracujá foram as primeiras a acabar. O público também escolheu as mudas de jabuticaba, caju, amora e pitanga, além das mudas nativas de ipê roxo e ipê amarelo.
 
“Estamos presenteando a comunidade com mudas de árvores nativas e frutíferas como presente de natal a todos que fazem jus ao projeto, plantando árvores, nos seguindo, fazendo ações conosco, divulgando nossas atividades e, com isso, colaborando com a arborização de Cuiabá e região”, frisa a engenheira florestal do Verde Novo, Rosiani Carnaíba.
 
O Projeto Verde Novo finaliza 2022 com mais de 25 mil mudas plantadas e distribuídas à população cuiabana em mais de 100 ações realizadas em parques, praças, escolas, espaços públicos e privados este ano.
 
Verde Novo – Um projeto do Poder Judiciário de Mato Grosso, idealizado pelo Juvam de Cuiabá, desenvolvido em cooperação técnica com o Município de Cuiabá e o Instituto Ação Verde e patrocinado pelo Grupo Petrópolis, responsável pela doação das mudas de árvores nativas e frutíferas. O projeto Verde Novo também conta com a parceria da TV Centro América e da Energisa, na divulgação.
 
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: foto horizontal colorida das pessoas em volta da árvore montada com as mudas, escolhendo quais vão levar. Há cinco pessoas em torno da árvore, mais a engenheira Rosiani, que faz a distribuição.
Segunda imagem: foto horizontal colorida da moradora Dilce em frente à árvore de natal de mudas e segurando a muda que escolheu.
Terceira imagem: foto horizontal colorida do vigilante Gilson Paulino Ferreira segurando sua muda e dando um joinha ao lado do Papai Noel do Juvam.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Como fundações privadas impulsionam o desenvolvimento humano?

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Se o Estado não alcança e nem o mercado se interessa, quem assume a responsabilidade pelo futuro? A pergunta não é apenas retórica, mas o ponto de partida para compreendermos o papel da sociedade civil organizada na contemporaneidade, afinal, como bem observa o pensador Jean-Jacques Chevallier, o chamado “Estado Pós-Moderno” é aquele que reconhece suas limitações e admite que os problemas de massa não podem mais ser resolvidos exclusivamente pelo aparato governamental. Nesse novo paradigma, é que proponho uma reflexão sobre o papel do chamado Terceiro Setor e principalmente das fundações privadas.Segundo a nossa legislação, as fundações, embora entidades privadas, desempenham atividades de relevância pública e social que sustentam os pilares de uma nação: educação, saúde, proteção do meio ambiente, assistência social, defesa da ética, cidadania e fomento à pesquisa.É preciso em um primeiro momento desmistificar a ideia de que fundações privadas existem apenas para a filantropia e o assistencialismo paliativo. Embora esse tipo de apoio imediato seja vital, deve-se avançar para compreendê-las como peças chaves que ocupam espaço estratégico muito maior no Terceiro Setor. Elas operam onde o Estado se mostra lento e onde a economia de mercado não encontra incentivos financeiros. Ao atuar nessas “zonas de sombra”, as fundações tornam-se o braço executor do Investimento Social Privado e da agenda de ESG (Environmental, Social and Governance) — pilar central do capitalismo consciente, onde o sucesso corporativo está intrinsecamente ligado à promoção de um ambiente socialmente desenvolvido.Mas isso não esgota o tema. Um dos pontos mais desconhecidos pelo público é a capacidade operacional dessas entidades. Uma fundação privada pode exercer atividades econômicas comuns, produzindo bens ou prestando serviços. A grande diferença não reside na forma de arrecadação, mas no destino do capital. Diferente de uma empresa comercial, o superávit de uma fundação é obrigatoriamente reinvestido em suas finalidades altruístas. É a eficiência da gestão privada sendo integralmente convertida em benefício público, permitindo que a própria sociedade gere recursos para financiar sua evolução. Dessa forma, as fundações podem ocupar uma posição estratégica dentro de uma política desenvolvimentista, atuando como núcleos de inovação e execução que aceleram o progresso nacional de forma sustentável e responsável.Por isso que a importância das fundações privadas está diretamente ligada ao fortalecimento de uma pauta de desenvolvimento nacional que não dependa apenas do governo de turno. O envolvimento nessas instituições é, em última análise, uma forma poderosa de cidadania ativa e de participação política, permitindo que o indivíduo ou a empresa influenciem diretamente o interesse público e coletivo sem depender de estruturas partidárias.Este setor fundamental precisa ser melhor compreendido para que possa ser ampliado. Por isso quero deixar neste texto uma mensagem para o leitor sentir-se devidamente convocado: conhecer melhor o funcionamento das fundações privadas, entender seu impacto e, quem sabe, tornar-se o instituidor de uma nova iniciativa. Transformar o Brasil exige mais do que votos; exige a coragem de organizar a sociedade para resolver, por conta própria, os desafios que o futuro nos impõe.*Renee do Ó Souza é promotor de Justiça em Mato Grosso, titular da Promotoria de Velamento de Fundações em Cuiabá e Várzea Grande, doutorando e Mestre em Direito e professor e autor de direito.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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