MATO GROSSO
Posses do governador e secretários de Estado serão transmitidas pelas redes sociais do Governo de MT
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As cerimônias de posse do governador Mauro Mendes e vice-governador Otaviano Pivetta, na Assembleia Legislativa, e dos secretários de Estado, no Palácio Paiaguás, que ocorrem neste domingo, 1º de janeiro de 2023, terão transmissão ao vivo pelas redes sociais do Governo de Mato Grosso: Youtube, Facebook e Instagram.
A transmissão nas redes sociais terá início às 16h50. A posse do governador e seu vice está marcada para 17 horas, no Plenário das Deliberações, na Assembleia Legislativa. A cerimônia seguirá o rito interno da Casa de Leis.
Ao fim do ato, Mauro Mendes segue para o Palácio Paiaguás para atender a imprensa em entrevista coletiva, às 17h45, na Sala Garcia Neto.
Às 18h30, o governador e a primeira-dama Virginia Mendes dão início à cerimônia de posse dos secretários de Estado, no Salão Nobre Cloves Vettorato. Os nomes do staff estadual já foram definidos por Mauro Mendes.
Para o ato de posse, são esperados chefes de Poderes, senadores, deputados federais e estaduais, entre outras autoridades e familiares dos secretários.
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Fonte: GOV MT
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Após 19 anos, júri condena réu que matou trabalhador por engano
Nesta segunda-feira (24), o Tribunal do Júri de Várzea Grande julgou um homicídio ocorrido em 9 de maio de 2007. Quase duas décadas depois, Antônio Wilson Ribeiro foi condenado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, à pena de 13 anos de reclusão.
O caso teve origem em um episódio anterior. Anos antes, uma clínica odontológica havia sido alvo de um crime, ocasião em que uma funcionária chegou a ser feita refém. Tempos depois, William Batista Luz, paciente do estabelecimento, foi confundido com o autor daquela ocorrência.
Em 9 de maio de 2007, William retornou à clínica para dar continuidade ao tratamento odontológico. A suspeita de que ele seria o antigo criminoso desencadeou uma sequência de acontecimentos que terminou em sua morte.
Segundo a denúncia do Ministério Público, William foi algemado e retirado da clínica por um grupo de homens. A partir daquele momento, nunca mais foi visto.
Seu corpo jamais foi localizado.
A investigação, contudo, reuniu uma cadeia de evidências sobre a dinâmica dos fatos e a participação do acusado. Foram apresentados ao Conselho de Sentença depoimentos de testemunhas presenciais, elementos sobre os vínculos entre os envolvidos, dados relativos à presença do réu no contexto do crime e informações relacionadas ao veículo utilizado na retirada da vítima.
A inexistência do cadáver não impediu o reconhecimento da materialidade. O desaparecimento definitivo, as circunstâncias em que William foi visto pela última vez e o conjunto probatório permitiram a reconstrução do homicídio. A morte da vítima também foi reconhecida judicialmente como presumida, com a correspondente emissão de certidão de óbito.
Ao final do julgamento, os jurados acolheram a tese do Ministério Público e reconheceram a responsabilidade de Antônio Wilson Ribeiro pelo homicídio qualificado e pela ocultação do cadáver.
O caso também evidencia um ponto essencial: justiçamento não é Justiça. Ninguém pode investigar, julgar, condenar e executar uma pessoa por conta própria. O monopólio legítimo da aplicação da lei pertence ao Estado, justamente para impedir que a vingança privada substitua o devido processo legal.
Dezenove anos depois, mesmo sem a localização do corpo de William, o Tribunal do Júri apresentou sua resposta.
É possível esconder um cadáver. A verdade dos fatos e a resposta da Justiça, não.
Fonte: Ministério Público MT – MT



