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Operação Lei Seca prende três condutores por embriaguez ao volante

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A 1ª edição da Operação Lei Seca de 2023 resultou na prisão de três condutores por embriaguez ao volante, conforme previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A ação realizada na madrugada desta quinta-feira (12) se concentrou na Avenida Fernando Correa da Costa, no bairro Jardim Petrópolis, em Cuiabá.

Conforme fechamento do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), 111 veículos foram fiscalizados, sendo 50 autuados e 45 removidos. Dentre estes, 43 automóveis e duas motocicletas. Ao todo, 118 motoristas realizaram o teste de alcoolemia.  Foram lavrados ainda 61 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 11 motoristas por conduzirem veículo sob o efeito de álcool e 13 por se recusarem a realizar o teste de alcoolemia.

Também foram emitidos oito autos por condução de veículo sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e 19 por condução de veículo sem registro ou não licenciado, além de 15 CNHs recolhidas e de outras ocorrências em geral (10).

A Operação Lei Seca é realizada de forma integrada pelo GGI e coordenada pelo da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). Nesta primeira edição do ano, participaram representantes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Corpo de Bombeiros (CBM), da Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob), e dos Sistemas Sócioeducativo e o Penitenciário de Mato Grosso.

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Fonte: GOV MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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