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Memórias do Judiciário inicia o ano com entrevista do juiz aposentado José Mauro Bianchini

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Na próxima quarta-feira (18 de janeiro), a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) divulgará o primeiro programa de 2023: a 19ª edição do Memórias do Judiciário. O entrevistado é o juiz aposentado José Mauro Bianchini Fernandes. Assista neste link ao vídeo de divulgação.
 
Natural de Dracena (SP), o magistrado tem 65 anos e na entrevista contou sobre sua trajetória profissional, desde os tempos anteriores à magistratura. Formado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), ele já foi servente de pedreiro, office boy e balconista. Depois de formado, atuou como advogado até ingressar no Judiciário mato-grossense, em 1991.
 
José Mauro Bianchini Fernandes jurisdicionou nas comarcas de Cáceres, Mirassol D’Oeste e Canarana, onde cumulou por dois anos, e Cuiabá. Na Capital, foi juiz da Vara Especializada da Justiça Militar, além de conselheiro e professor da Esmagis por vários anos.
 
No Tribunal de Justiça ele atuou na Corregedoria-Geral da Justiça e como juiz auxiliar da Presidência no biênio 2005/2007. Foi juiz substituto de Segundo Grau e se aposentou em novembro de 2010. Depois disso, voltou a atuar como advogado.
 
No dia 18, você poderá acompanhar a íntegra do bate-papo conduzido pela diretora-geral da Esmagis-MT, desembargadora Helena Maria Ramos, e pela jornalista Maritza Fonseca.
 
Anote na agenda!
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: Arte onde aparece uma fotografia do juiz José Mauro Bianchini Fernandes. Ele é um homem branco, de cabelos grisalhos e barba branca. Usa um terno cinza escuro, uma camisa amarela claro e uma gravata marrom. Ao lado o texto: Convidado – Juiz aposentado TJMT José Mauro Bianchini Fernandes.
 
Lígia Saito
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Código dos Usuários dos Serviços Públicos completa 9 anos e fortalece a atuação da Ouvidoria

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Quando um cidadão sugere melhorias em um serviço público, apresenta uma denúncia, registra uma reclamação ou busca a solução para um problema de atendimento, é a Ouvidoria que atua como ponte entre a população e o Estado. Esse papel ganhou ainda mais relevância com o Código de Defesa dos Usuários dos Serviços Públicos (Lei Federal nº 13.460/2017), que completa nove anos neste mês de junho. O dispositivo consolidou as ouvidorias como instrumentos de defesa dos direitos dos usuários e de melhoria da gestão pública.

Aprovada em 2017, a legislação representou mais um avanço no fortalecimento da participação cidadã na administração pública brasileira, processo iniciado com a Constituição Federal de 1988, que assegurou o direito de acesso à informação e à participação popular na gestão pública. A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) ampliou esse movimento ao fortalecer a transparência governamental.

Na sequência, o Código de Defesa dos Usuários dos Serviços Públicos atribuiu às ouvidorias funções estratégicas, como promover a participação social, acompanhar a qualidade dos serviços públicos e defender os direitos dos cidadãos. Entre esses direitos estão o atendimento com respeito e sem discriminação, o uso de linguagem simples e o acesso a informações claras sobre os serviços públicos.

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Em Mato Grosso, esse modelo já vinha sendo construído antes mesmo da publicação da lei federal. Em 2014, foi criada a Rede de Ouvidoria do Poder Executivo Estadual, tendo a Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) como órgão central. A iniciativa fortaleceu uma atuação voltada não apenas ao recebimento e à resposta pontual de manifestações, mas também à melhoria dos serviços públicos.

“Além de receber reclamações, denúncias, sugestões, solicitações e elogios, as ouvidorias atuam na identificação de problemas recorrentes, na proposição de melhorias e na elaboração de relatórios que auxiliam os gestores estaduais na tomada de decisões”, destaca a coordenadora de Ouvidoria e Transparência da CGE, Aline Landini.

Regulamentação

Em Mato Grosso, a Lei nº 13.460/2017 foi regulamentada pelos Decretos Estaduais nº 195/2019 e nº 1.413/2025. Entre os avanços trazidos pela legislação está a obrigatoriedade de divulgação das Cartas de Serviços, documentos que apresentam informações essenciais sobre os serviços públicos, como requisitos, documentos necessários, prazos e canais de atendimento. Essas informações estão disponíveis no Portal GovMT e no aplicativo MT Cidadão, que reúnem informações de mais de 800 serviços públicos, como solicitar transferência de propriedade de veículo e solicitar Carteira Nacional de Habilitação Definitiva.

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O Estado também avançou na implementação de mecanismos de participação social previstos na legislação. Em parceria com a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), foi publicado decreto (nº 1.413/2025) que regulamenta a avaliação dos serviços públicos e institui o Conselho de Usuários dos Serviços Públicos, vinculado à CGE-MT. O edital para eleição dos conselheiros será lançado em breve.

Rede de Ouvidoria

Atualmente, o Poder Executivo Estadual conta com 38 ouvidorias setoriais distribuídas nos órgãos e entidades estaduais. Ao todo, cerca de 70 servidores atuam diretamente na atividade.

Como coordenadora da Rede de Ouvidoria, a CGE promove a capacitação contínua dos ouvidores, oferece trilhas de aprendizagem e orientações técnicas, além de padronizar procedimentos para aprimorar a qualidade das respostas e garantir o cumprimento dos prazos de atendimento ao cidadão.

Fonte: Governo MT – MT

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