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Diretoria do Tribunal de Justiça dialoga com servidores, magistrados e advogados no Fórum de Cuiabá

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De maneira informal, afetuosa e com simplicidade, os desembargadores dirigentes do Tribunal de Justiça de Mato Grosso se encontraram com servidores, servidoras, magistrados, magistradas, advogados e advogadas no Fórum de Cuiabá nesta segunda-feira (23 de janeiro), para a solenidade de celebração do ano judiciário.
 
O Poder Judiciário manteve seu funcionamento durante o recesso forense, período de 20 de dezembro a 20 de janeiro destinado às férias dos advogados, previsto pelo Código de Processo Civil. Os prazos processuais de 2023 começaram a correr a partir desta segunda-feira.
 
A presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, afirmou que o projeto de trabalho desta gestão é a valorização das pessoas e o cuidado com o ser humano, em que o diálogo será a tônica.
 
“A humanização é o principal vetor de todo o nosso trabalho, seja em relação ao servidor, seja em relação ao jurisdicionado. É um esforço bastante concentrado nessa linha de atendimento às pessoas, que implica desde o acolhimento às pessoas que chegam ao fórum, àqueles que precisam de apoio, que rege nosso planejamento e nossa pretensão”, destacou a presidente.
 
Missão de solucionar conflitos – A vice-presidente, desembargadora Maria Erotides Kneip, fez uma proposição no encontro: fazer com que todos os integrantes do Poder Judiciário trabalhem em alinhamento com a missão da gestão, que é solucionar conflitos, trazer a pacificação social e manter o estado democrático de direito.
 
“A missão do Poder Judiciário nesta gestão é solucionar conflitos. Esse Poder Judiciário só será verdadeiramente vitorioso quando a pessoa que limpa o chão desse plenário souber que a missão dela é solucionar conflitos. Quando alguém perguntar a ela: – O que você faz no Poder Judiciário? Ela não pode responder ‘eu varro o chão’. Ela tem que responder: eu soluciono conflitos, eu promovo a pacificação social, eu garanto a manutenção do estado democrático de direito. A minha proposição na abertura desse ano judiciário é que nós, magistrados e servidores, transformemos a missão do planejamento estratégico em realidade, que trabalhemos estritamente dentro disso e que, no ano que vem, possamos dizer: missão cumprida”, discursou.
 
Sem formalismo – Ao fazer uso da palavra, o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, fez brincadeiras descontraídas com os servidores e reiterou que estará sempre aberto a atender a todos, sem formalismo.
 
“A expectativa é que tenhamos um ano jurídico produtivo. Podemos dizer que vencemos a pandemia, estamos aqui nesse momento especial, de celebrar o início de um ano de muito trabalho. Sabemos da responsabilidade de todos, que irão cumprir com seu dever, e estamos abertos a dialogar”, expressou o corregedor.
 
A solenidade também celebrou a abertura dos trabalhos conduzidos pela juíza eleita como diretora do Fórum de Cuiabá, Edleuza Zorgetti.
 
A solenidade foi prestigiada por juízes e juízas de Cuiabá e Várzea Grande, incluindo a presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam), Maria Rosi Borba, além de membros da Ordem dos Advogados do Brasil, servidores e servidoras do Fórum de Cuiabá e do Tribunal de Justiça.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: foto horizontal colorida da diretoria do TJMT sentada em uma grande mesa central, diante do público, que está sentado em poltronas azuis no plenário do Fórum de Cuiabá.
Segunda imagem: foto horizontal colorida da presidente Clarice. Ela sorri, tem cabelos castanhos claros, olhos verdes, usa maquiagem, veste blusa estampada marro com casaco bege e joias marrons.
Terceira imagem: foto horizontal colorida dos desembargadores dirigentes com as juízas Edleuza Zorgetti e Maria Rosi Borba.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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