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Corregedoria inicia correições presencias em 2023

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Na próxima segunda-feira (6/02), a Corregedoria-Geral da Justiça do Poder Judiciário de Mato Grosso inicia o calendário de Correições Ordinárias presenciais de 2023 visitando as comarcas de Juscimeira (157 km ao sul de Cuiabá), Poxoréu (251 km ao sul da capital), Jaciara (144 km ao sul) e Dom Aquino (166 km ao sul). Entre os dias 6 a 9 de fevereiro, serão visitadas sete unidades. O intuito é realizar um trabalho de análise profunda das atividades e rotinas das unidades. A população também poderá fazer parte do momento deixando sugestões, críticas ou elogios.
 
A equipe coordenada pelo juiz auxiliar da CGJ, Emerson Luis Pereira Cajango, visitará no dia 6 de fevereiro a Vara Única de Juscimeira, no dia 7 de fevereiro é a vez da 2ª Vara de Poxoréu, em seguida no dia 8 de fevereiro serão correicionados a 1ª, 2ª,3ª Vara de Jaciara e no dia 09 de fevereiro a visita será na Vara Única de Dom Aquino.
 
Durante as correições serão examinados processos, livros, papéis, atos e tudo mais que se relacionar com os trabalhos forenses. Além disso, indicadores serão monitorados como: quantidade de processos arquivados, conclusos e paralisados, percentual de atendimento e quantidade de audiências marcadas e julgadas. A partir desses números, a Corregedoria identifica se as rotinas e a produtividade das unidades judiciais estão adequadas ou se a vara precisa de auxílio para cumprir as metas.
 
 
Larissa Klein
Assessoria de Imprensa CGJ-MT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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