MATO GROSSO
“Meta da Sema é reduzir ainda mais o tempo de análise do CAR e melhorar unidades de conservação”, destaca secretária
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Intensificar as análises do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e reduzir ainda mais o tempo de resposta aos usuários são algumas das prioridades da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) para os próximos quatro anos, segundo a titular da Pasta, Mauren Lazzaretti. Outra prioridade é melhorar as unidades de conservação estaduais para atender a população e turistas.
“Fizemos levantamento das unidades que possuem maior apelo, ou seja, aquelas em que a sociedade tem solicitado que o Estado melhore a infraestrutura, permitindo visitação ordenada e com maior qualidade, e já incluímos em nosso planejamento essas melhorias”, destacou.
A secretária também apontou que uma das prioridades da Pasta é em relação ao CAR. Atualmente, Mato Grosso é líder nacional no ranking de cadastros validados: 58% já foram analisados e 11% validados.
“Nosso objetivo é atingir a meta de 180 dias de resposta para todos os cadastros ambientais rurais, e, para isso, o planejamento é aprimorar a integração com usuários, produtores rurais e o sistema de controle. Assim, vamos aumentar ainda mais a capacidade de retorno”, pontuou a secretária.
Mauren ainda ressaltou que o trabalho de controle de crimes ambientais, como o desmatamento ilegal, também vai continuar sendo combatido.
“Já temos o plano anual de controle e combate a esses crimes e as explorações ilegais. Fechamos 2022 com uma redução de aproximadamente 14% e, para este ano, nosso objetivo é reduzir ainda mais. A nossa tolerância quanto ao desmatamento é zero”, afirmou.
Confira aqui a íntegra da entrevista com a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.
Fonte: GOV MT
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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



