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TJMT lança projeto que busca maior aproximação com sociedade, magistrados e servidores das comarcas

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso prepara um projeto que vai percorrer as comarcas do Estado, a fim de promover maior integração e aproximação com a sociedade e também com o público interno, formado por magistrados e servidores. Trata-se do projeto ELO que, em maio deste ano, deve aportar nas comarcas que integram os polos de Alta Floresta e Sinop.
 
A aproximação e o acolhimento aos cidadãos e ao público interno são prioridades da gestão “Semear a Paz. Fortalecer a Justiça”, liderada pela presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino da Silva.
 
A primeira reunião de alinhamento do projeto ELO foi realizada na manhã desta segunda-feira (06/03), com a participação da Presidente do Tribunal, desembargadora Clarice Claudino, da Vice-Presidente, desembargadora Maria Erotides Kneip, do Corregedor-Geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira, e do presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Soluções de Conflitos (Nupemec), desembargador Mário Kono.
 
“O Projeto ELO é um trabalho de integração e colaboração, que só pode ser realizado com a participação de todas as áreas do Tribunal. Por isso, é fundamental que todos estejam alinhados e engajados em prol do objetivo do projeto e da promoção da justiça e da paz social”, destacou a desembargadora Clarice Claudino da Silva.
 
Integram o polo de Alta Floresta as comarcas de Apiacás, Paranaíta, Nova Canaã do Norte, Nova Monte Verde, Peixoto de Azevedo e Matupá. E o polo de Sinop é composto pelas comarcas de Colíder, Itaúba, Marcelândia, Cláudia, Terra Nova do Norte, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Ubiratã, Feliz Natal, Vera e Tapurah.
 
O projeto prevê a oferta de capacitação para servidores(as) e magistrados(as), serviços judiciais à sociedade, mutirões e demais ações que facilitem o acesso à Justiça e à cidadania. Durante o ELO o Judiciário também se reunirá com a Ordem dos Advogados do Brasil e com os prefeitos dos municípios envolvidos, para discutir melhorias na prestação de serviços e projetos conjuntos em benefício das comunidades locais.
 
Para desenvolver a ação, além da Presidência do TJMT as áreas envolvidas são: a Vice-presidência; Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ); Diretoria-Geral do TJMT, Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis), Escola dos Servidores, Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Departamento Gráfico e Coordenadorias de Comunicação, Tecnologia da Informação (TI) e Planejamento (Coplan).
 
Também participaram da reunião os juízes auxiliares Agamenon Alcântara Moreno Júnior (coordenador do projeto), Tulio Duailibi Alves Souza, Paulo Márcio Carvalho, Gerardo Humberto Alves da Silva, Christiane da Costa Marques Neves e Emerson Luís Cajango, além dos coordenadores do Tribunal de Justiça. Tribunal de Justiça.
 

Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.

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Descrição de imagens: foto retangular colorida da mesa de reunião com os participantes do encontro. A desembargadora presidente segura o microfone.
 
Alcione dos Anjos/ Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Corpo de Bombeiros combate um incêndio florestal nesta quarta-feira (7)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta quarta-feira (7.10), um incêndio florestal registrado em uma propriedade rural no município de Rosário Oeste. Os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir o fogo, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 10 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h, no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com dados extraídos do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Os 10 focos foram registrados no Cerrado.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

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Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

Proibição do uso do fogo

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O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados por meio dos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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