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Comarca de Aripuanã destina recursos de prestação pecuniária para instituições sociais

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Duas instituições sociais de Aripuanã (distante 1.002 km a noroeste de Cuiabá) foram contempladas com recursos provenientes de prestações pecuniárias. A destinação de R$ 52.974,00 da Vara Única de Aripuanã vai ajudar em média 50 pessoas a se alimentarem por dia, além de melhorar a estrutura das instituições.
 
Segundo o magistrado Pedro Toaiari de Mattos Esterce, o objetivo da destinação dos recursos é o de contribuir para o fortalecimento das entidades selecionadas enquanto espaços de promoção do desenvolvimento humano e comunitário.
 
“Essas prestações pecuniárias são condenações em transações penais ou penas alternativas à prisão e que após a abertura de edital convocando as instituições públicas e privadas para participarem do cadastro e habilitação fizemos o repasse dos recursos financeiros”, explica.
 
Uma das entidades beneficiadas foi a Igreja Batista local, que recebeu o valor de R$ 34.974,00 para modernizar o seu projeto de restaurante popular. De acordo com o pastor Mateus Lycurgo cerca de 50 refeições são servidas diariamente no local.
 
“Com essa verba vamos conseguir melhorar as nossas instalações, compramos dois freezers, geladeira, fogão, mesa, cadeiras e um bebedouro. Agora só estamos aguardando a chegada. Desde 2019 desenvolvemos esse projeto que alimenta principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade social. Essa doação dará ainda mais conforto e a possibilidade de atender mais pessoas”, destaca o pastor.
 
A outra instituição beneficiada foi a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Aripuanã (APAE). Segundo a diretora, Noeli Aparecida da Silva, os R$ 18 mil repassados custearão a alimentação e a limpeza da entidade pelo período de cinco meses.
 
“Nossos alunos fazem duas refeições pela manhã e uma pela tarde, o que faz toda a diferença na vida deles. Além disso, não precisaremos adquirir os produtos de limpeza. Como tudo é custeado por nós, essa ajuda vai dar a possibilidade de investirmos em melhorias na instituição”, afirma.
 
#ParaTodosVerem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Imagem colorida. Cinco homens estão sentados à mesa e almoçam no restaurante popular da Igreja Batista.
 
Larissa Klein
Assessoria de imprensa CGJ-TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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