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Poder Judiciário de Mato Grosso

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A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, se reuniu com representantes da Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança, para tratar das parcerias estabelecidas entre os Conselhos Municipais e a própria Feconseg/MT com a Justiça, o Ministério Público e as Forças de Segurança. A reunião foi realizada no último dia 4, na sede do TJMT.
 
A desembargadora Clarice Cláudio recebeu uma moção de reconhecimento pelo êxito alcançados nas atividades e obras realizadas com o apoio do Judiciário em todo o Estado. A entrega foi feita por Danillo Moraes, presidente da Federação.
 
O encontro também serviu para dialogar sobre desafios existentes na gestão de recursos financeiros advindos do Judiciário e que são revertidos em benefícios para a segurança da comunidades, razão pela qual houve um pedido formal para que os conselhos locais sejam ouvidos antes da decisão em relação à destinação dos referidos recursos financeiros, o que foi plenamente acatado pela presidência do Tribunal.
 
Na ocasião, a Desembargadora Clarice sugeriu a realização de atividades em conjunto com os mais de 90 Consegs regulares em Mato Grosso, a fim de somarem esforços para a implementação das ideias da Justiça Restaurativa; além da possibilidade de um webnário de orientação para os juízes, tendo como assunto as finalidades, o funcionamento e as possibilidades de parceria com os Consegs.
 
#ParaTodosVerem: Esse post possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. Fotografia colorida dos integrantes dos representantes da Federação. Eles estão em pé, ao lado da presidente do TJTM, que segura a moção de reconhecimento..
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
Fotos: Alair Ribeiro
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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