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Ensaio Aberto do grupo Flor Ribeirinha traz artistas convidados neste domingo (02)

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Em sua segunda edição e se consolidando como referência cultural em Cuiabá, o Ensaio Aberto do grupo Flor Ribeirinha será realizado, mais uma vez, neste domingo (02.07), às 19h. O evento gratuito acontece no Ponto de Cultura Quintal da Domingas, que fica na comunidade São Gonçalo Beira Rio, trazendo apresentações do grupo, de alunos de projetos socioculturais e de artistas convidados.

“A primeira edição foi um sucesso, ficamos muito felizes em ajudar a democratizar o acesso à cultura por meio dessa iniciativa que acontecerá todo mês. Neste domingo, teremos também convidados muito especiais que vão abrilhantar ainda mais o evento”, destaca o gestor cultural e diretor artístico do grupo Flor Ribeirinha, Avinner Brandão.

Além do grupo Flor Ribeirinha, haverá apresentações de projetos, como o Semente Ribeirinha e Flor da Idade, e a participação do trio Pescuma, Henrique e Claudinho, do grupo Ópera Ballet e da banda Raízes do Samba.

O evento dispõe ainda de gastronomia regional com preço acessível e venda de artesanatos da comunidade São Gonçalo Beira Rio. O público também poderá participar da roda do siriri e dos demais ritmos apresentados.
Viabilizado com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o Ensaio Aberto é uma iniciativa criativa que visa potencializar a programação cultural na capital mato-grossense. A festividade ainda propicia oportunidades para o desenvolvimento do turismo na histórica comunidade, beneficiando artistas e produtores culturais locais.

O projeto também conta com o apoio de empresas mantenedoras da Associação Cultural Flor Ribeirinha e Grupo Flor Ribeirinha.

Serviço | Ensaio Aberto do grupo Flor Ribeirinha
Data: domingo (02.07), às 19h
Local: Quintal da Domingas (Rua Antônio Dorileo, 2510, Comunidade São Gonçalo Beira Rio – Cuiabá/MT)

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Fonte: Governo MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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