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Governo de MT já investiu R$ 71 milhões na construção dos quatro novos Hospitais Regionais; confira andamento das obras

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As obras dos quatro novos Hospitais Regionais em construção em Juína, Alta Floresta, Tangará da Serra e Confresa avançam, com investimentos de R$ 71 milhões do Governo do Estado. Ainda está previsto um aporte financeiro de R$ 406,6 milhões para a conclusão das unidades, que totalizam um investimento de R$ 477 milhões e devem estar disponíveis para a população a partir de 2024.

“Estamos em ritmo acelerado para entregar aos moradores do interior do Estado hospitais totalmente modernos e com serviço de qualidade. É importante destacar que praticamente todas as unidades de saúde do Estado passam por modernizações. Este é um Governo que colocou a saúde como prioridade e entende a necessidade de novas unidades para preencher os vazios assistenciais”, diz o secretário de Estado de Saúde do Estado, Gilberto Figueiredo.

A obra do Hospital Regional de Juína foi iniciada em maio de 2022 e recebeu, até o momento, um investimento de R$ 18 milhões. No local, já foram executados 16% do projeto, com as obras de montagem da usina de concreto, montagem das estacas, execução de lajes de cobertura, instalações de rede sanitárias e drenagem de ar, execução de alvenaria de vedação, chapisco e reboco, instalação elétrica e estrutura metálica da cobertura. A aplicação financeira para a conclusão da unidade totalizará R$ 116,5 milhões.

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Já a construção do Hospital Regional de Alta Floresta foi iniciada em junho de 2022 e está 18% concluída. O valor já transferido para continuidade da obra é de R$ 22,6 milhões. Foram executadas a limpeza do terreno, a terraplanagem, a montagem de estacas, blocos e usina de concreto, além da montagem dos blocos, pilares, armação e concretagem da viga baldrame, muro de arrimo, muro de vedação, montagem e concretagem de laje, concretagem de radier, guaritas, cabine de energia e execução de alvenaria de vedação. O investimento total na unidade será de R$ 120,9 milhões.

O Hospital Regional do Araguaia, em Confresa, recebeu um aporte financeiro de R$ 15,7 milhões. Na unidade, já foram executados 13% dos serviços, sendo finalizados a terraplanagem, o tapume, fundação do muro, a montagem de estacas da edificação principal e periféricas, os canteiros de obras e a fundação de blocos. Segue em andamento no local a estrutura da edificação principal, instalações sanitárias, macrodrenagem, abrigos, guaritas e base de taças metálicas. O hospital receberá um investimento totalizado em R$ 120 milhões.

O Hospital Regional de Tangará da Serra está com 12% da obra realizada e já foram aplicados R$ 14,6 milhões para a execução da obra. Foram concluídas a limpeza de terreno, a terraplanagem, instalação de tapume e execução do canteiro de obras. Está em andamento a estrutura da edificação principal e de edificações periféricas, além das instalações hidrossanitárias e de drenagem. O investimento total no hospital será de R$ 119,2 milhões.

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Estrutura

As novas estruturas contarão com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI – entre adulto, pediátrico, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal – para atendimento na média e alta complexidade.

As unidades também vão ter 10 consultórios médicos, 2 consultórios para atendimento a gestantes, seis salas de centro cirúrgico, além de espaços para banco de sangue, banco de leite materno e realização de exames, como tomografia e colonoscopia.

Outras unidades

Além dos Hospitais Regionais, o Governo do Estado está construindo outras duas unidades hospitalares em Cuiabá: o Hospital Central e o Hospital Universitário Júlio Muller.

Com investimento de R$ 184 milhões, o Hospital Central, cuja construção ficou abandonada por 34 anos, terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames por mês.

Já o Hospital Júlio Muller tem 58,3 mil metros quadrados de área construída. A unidade hospitalar é construída por meio de convênio do Governo com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em um investimento total de R$ 218 milhões, sendo cada parte responsável por metade do valor.

Fonte: Governo MT – MT

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MP aponta riscos e pede interdição da Rodoviária do Coxipó

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) ingressou com ação civil pública para suspender as atividades da Rodoviária do Coxipó, em Cuiabá. Segundo a ação, o local apresenta problemas estruturais que comprometem a segurança e acessibilidade dos usuários.A ação foi proposta pela 6ª Promotoria de Justiça Cível da Capital que realizou reuniões com órgãos públicos, requisitou informações, promoveu inspeções técnicas e expediu recomendações para a correção das irregularidades identificadas, mas até o momento não foi realizada. Relatórios técnicos elaborados pela equipe do Ministério Público apontaram uma série de problemas na estrutura. Entre eles estão infiltrações, falhas nas instalações elétricas e hidráulicas, deficiência nos sistemas de prevenção e combate a incêndios, falta de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e desgaste em pisos e calçadas.Embora algumas melhorias tenham sido realizadas ao longo da investigação, como a instalação de novos assentos, bebedouro e equipamentos de combate a incêndio, os técnicos concluíram que as medidas adotadas foram insuficientes.Para a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a situação exige uma solução definitiva por parte dos órgãos responsáveis. “O que se busca com a ação é assegurar que os usuários do transporte intermunicipal tenham acesso a um serviço prestado dentro da legalidade e em condições adequadas de segurança, acessibilidade e conforto. Após anos de tratativas e tentativas de solução administrativa, persistem irregularidades que não podem ser ignoradas”, destacou.Na ação, o Ministério Público também aponta a falta de uma definição administrativa sobre a situação do local, apesar das discussões realizadas entre a Ager-MT, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e a concessionária responsável pela Rodoviária de Cuiabá. O pedido apresentado à Justiça inclui a suspensão imediata das atividades de embarque, desembarque e venda de passagens na Rodoviária do Coxipó até que a situação seja regularizada. O Ministério Público também requer que os órgãos responsáveis adotem medidas para garantir o cumprimento das normas que regem o transporte rodoviário intermunicipal em Mato Grosso. Para o Ministério Público, a eventual suspensão das atividades não deixará a população sem atendimento. Conforme informações da Sinfra-MT, Cuiabá conta com o Terminal Rodoviário Engenheiro Cássio Veiga de Sá, estrutura oficial do sistema de transporte intermunicipal, apta a absorver a demanda de passageiros.Foto: Reprodução

Fonte: Ministério Público MT – MT

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