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Primeira-dama de MT anuncia pagamento do bônus do Dia das Mães do programa SER Família

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Sensível à data especial do Dias das Mães, a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, articulou o pagamento do bônus do cartão SER Família, nas categorias: SER Família Criança, SER Família Idoso, SER Família Inclusivo e SER Família Indígena, no valor de R$ 220, que será pago nesta sexta-feira (10.05).

O pagamento referente à parcela bimestral, normalmente liquidado no dia 12 do mês correspondente conforme o cronograma de pagamento, foi creditado antecipadamente na quarta-feira (08.05). Os cartões são gerenciados pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

Idealizadora do programa SER Família, Virginia Mendes destaca que o bônus é uma maneira de proporcionar um pouco mais de conforto às famílias que recebem o auxílio. “É uma data muito especial, por isso este ano articulei junto à Setasc o pagamento extra. No ano passado vi a felicidade de muitas famílias quando anunciamos o bônus. Este ano não poderia ser diferente. Que todas as famílias tenham um Dia das Mães abençoado”, desejou a primeira-dama do Estado.

De acordo com a Setasc, até 2023, cerca de 62 mil famílias receberam o benefício, e conforme o último balanço do primeiro quadrimestre de 2024, 55 mil famílias estão dentro do programa.

“A queda de 11,29% no número de famílias beneficiárias é algo que podemos comemorar, porque isso significa que elas estão tendo novas oportunidades e neste momento não dependem do auxílio”, explicou Virginia Mendes.

Somando os dois valores pagos referentes ao bimestre e o pagamento extra do Dia das Mães, o total será de R$ 440, o que significa um incremento de R$ 24,2 milhões na economia.

Conforme a lei 12.013/2023, o poder Executivo fica autorizado a conceder, eventualmente em datas comemorativas que especificar, ajuda de custo para aquisição de donativos no valor de 1 (uma) UPF/MT (Unidade Padrão Fiscal do Estado de MT).

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Fonte: Governo MT – MT

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Autocomposição e Justiça Restaurativa ganham destaque em palestra em Rondonópolis

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Em um cenário de crescente judicialização no país, o Poder Judiciário apresentou aos militares do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis (218km de Cuiabá), caminhos alternativos para resolução de conflitos. Durante palestra realizada nesta segunda-feira (18), o juiz Wanderlei José dos Reis destacou como a autocomposição e a Justiça Restaurativa vêm sendo utilizadas para estimular o diálogo e fortalecer a cultura da paz.

Um dos pontos que mais chamou atenção durante o encontro foi o relato do comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, sobre a aplicação prática dos ensinamentos da Justiça Restaurativa dentro da própria unidade militar. O magistrado destacou, inclusive, a satisfação em saber que conceitos apresentados anteriormente ao comandante passaram a ser utilizados no cotidiano do quartel.

“O comandante me falava que aplicou aqui no quartel ensinamentos e fundamentos da Justiça Restaurativa. Isso é maravilhoso. É uma filosofia de pacificação que busca o diálogo, a reconstrução das relações e a solução dos conflitos de forma mais humana”, afirmou o juiz.

O tenente-coronel Joel ressaltou que a proposta da Justiça Restaurativa tem contribuído para fortalecer o ambiente institucional e melhorar as relações interpessoais entre os militares. “São ferramentas importantes porque trabalham o diálogo, a escuta e o respeito mútuo. Esses princípios ajudam não apenas na resolução de conflitos, mas também na construção de um ambiente mais equilibrado e colaborativo dentro da instituição”, destacou o comandante.

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Cultura da paz e diálogo

Homem de terno e gravata fala em evento, usando microfone preso à roupa. Ao fundo, banner do Cejusc de Rondonópolis reforça contexto institucional de palestra e orientação ao público.Durante a palestra, o juiz Wanderlei José dos Reis explicou que o Brasil ainda possui uma forte cultura de litigiosidade, em que grande parte dos conflitos acaba sendo transformada em processos judiciais. “O brasileiro ainda tem uma cultura muito forte do litígio. Tudo vira processo. O Judiciário busca justamente mudar essa lógica, substituindo a cultura da guerra pela cultura da paz”, explicou.

Segundo o magistrado, métodos como conciliação, mediação e Justiça Restaurativa permitem soluções mais profundas e humanizadas, especialmente em conflitos familiares, escolares e comunitários. “O juiz consegue encerrar o processo, mas muitas vezes não consegue encerrar o conflito humano. A Justiça Restaurativa e a mediação trabalham justamente essa reconstrução do diálogo”, afirmou.

Papel do Cejusc

Ao apresentar o funcionamento do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), o magistrado explicou que a unidade atua de forma preventiva e busca resolver demandas antes mesmo da abertura de processos judiciais. “O Cejusc é uma unidade diferenciada do Judiciário. Muitas vezes não existe processo. Existe diálogo, escuta e construção conjunta de soluções”, disse.

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O juiz também destacou que o fortalecimento da autocomposição e das práticas restaurativas integra a Política Nacional de Tratamento Adequado de Conflitos, criada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “A missão do Judiciário é pacificar socialmente. E a autocomposição se tornou uma ferramenta fundamental para alcançar esse objetivo”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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