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Ação policial liberta adolescente de cárcere privado e prende dois por tráfico de drogas

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Uma ação integrada das Polícias Civil, Militar e Guarda Municipal de Lucas do Rio Verde resultou nesta quinta-feira (13.06) na apreensão de um adolescente e prisão de um adulto por tráfico de drogas e resgate de um adolescente que seria torturado, no município.

A equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde recebeu denúncias sobre venda de entorpecentes em um local conhecido como ‘vila do chaves’, onde se reuniam suspeitos de integrar uma facção criminosa.

Os policiais civis e militares e a Guarda Municipal seguiram ao local indicado e, ao entrarem em uma casa, encontraram um jovem de 17 anos que estava prestes a sofrer agressões.

O adolescente contou aos policiais que recebeu mensagens em uma rede social para que saísse de sua casa, sob a ameaça de que, caso contrário, criminosos matariam sua mãe e seu irmão. Com medo, o rapaz saiu de casa e foi abordado por dois suspeitos que o colocaram em um carro e o levaram para a vila, onde fizeram ligações o acusando de dívida de drogas.

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Na sequência, as equipes policiais abordaram em um conjunto de quitinetes, um homem de 21 anos, monitorado por tornozeleira eletrônica, que estava acompanhado de um adolescente de 17 anos. Com eles, foram apreendidas porções de drogas, balança de precisão e um rádio de comunicação, que confessaram usar para monitoramento das forças policiais dentro da vila.

Na quitinete foram encontradas mais porções de maconha, pasta base de cocaína, dinheiro e munições deflagradas, corroborando uma denúncia que indicava que moradores ouviram disparos de arma de fogo no local.

Os dois foram conduzidos à Delegacia de Lucas do Rio Verde e autuados pelo crime de tráfico de drogas e sequestro e cárcere privado. O adulto ainda responderá pelo crime de corrupção de menores.

Fonte: Governo MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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