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Corpo de Bombeiros realiza palestras em escolas sobre primeiros socorros e prevenção a incêndios

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, nesta quarta-feira (19.06), palestras nos municípios de Campo Verde (distante 136 km de Cuiabá) e Tangará da Serra (a 241 km) para conscientizar e orientar estudantes sobre a prevenção a incêndios florestais e a importância dos primeiros socorros no ambiente escolar.

Os eventos fazem parte do Projeto Bombeiros nas Escolas, que visa integrar a corporação ao ambiente escolar.

Em Campo Verde, a 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM) promoveu duas palestra sobre a Prevenção Contra Incêndios para os 120 estudantes do 4º e 5º ano da Escola Municipal São Lourenço.

Durante o evento, os alunos foram orientados sobre o tema “Queimada Urbana é Crime” e assistiram a um vídeo informativo que aborda os riscos, acidentes e prejuízos causados pelas queimadas urbanas.

Além disso, a 11ª CIBM realizou palestras sobre Atendimento Pré-Hospitalar para 100 estudantes do 7º ano da Escola Estadual Jupiara, com o objetivo de levar o conhecimento básico sobre primeiros socorros e familiarizar os jovens com o tema, contribuindo na formação do aluno e em sua segurança.

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Já em Tangará da Serra, a 3ª Companhia Independente Bombeiro Militar (3ª CIBM) realizou duas palestras com as temáticas “Primeiros Socorros” e “Acidentes Dentro do Âmbito Escolar” para os 60 alunos do ensino fundamental e médio do Centro Municipal de Ensino Ernesto Che Guevara.

No decorrer da palestra, os estudantes puderam aprender de maneira teórica e prática sobre a prevenção de acidentes, além de como agir em situações de emergência.

Ao todo, 280 estudantes participaram das palestras realizadas nas escolas.

Fonte: Governo MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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